sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Vitória do Crime
Impunidade é isso - Vitória do crime
Ernesto Caruso, 28/02/2014
Impunidade costurada. No primeiro julgamento de formação de quadrilha, quatro votos favoráveis aos quadrilheiros dentre os onze ministros do STF/2013, que entendera haver o crime de quadrilha, como a sociedade de um modo geral a sentira por conta da impossibilidade de que desvio de recursos de tal envergadura a beneficiar o governo petista, não impusesse elevado grau de coordenação e controle na estrutura da organização criminosa, dividida nos núcleos político, publicitário e financeiro, fartamente comentado pelos ministros e imprensa. Comparável ao padrão FIFA/Copa do Mundo e não ao SUS, inferno e purgatório do povo a mendigar assistência médica.
Já no STF/2014, STF do B, por 6 votos a 5, simplesmente, não houve quadrilha. Em ano de Copa, a seleção virou time de várzea, pelada, mesmo envolvendo 153 milhões de reais. Votaram pela absolvição dos réus, os ministros Luís Barroso, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Teori Zavascki e Rosa Weber. Por acatarem a formação de quadrilha votaram os ministros Luiz Fux, Gilmar Mendes, Marco Aurélio, Celso de Mello e Joaquim Barbosa.
Incompreensível constatar que quatro votos contra sete tiveram mais força do que os cinco atuais contra seis, tendo o processo chegado a essa fase graças ao voto do ministro Celso de Mello no célebre desempate (estava 5 x 5) em favor da aceitação dos embargos infringentes; ambiguidade entre o que determina a lei e regimento interno da Corte.
Hoje, paira o descrédito na Justiça no mais alto nível que parecia ao público agir contra impunidade. Quadrilha a olhos vistos, impossível não combinar acertos com tanta gente envolvida, cidades distantes e objetivos comuns.
Aquele voto fatídico de Celso de Mello, o resultado escabroso desta feita e o seu pronunciamento passado, “Este processo revela um dos episódios mais vergonhosos da história política de nosso país, pois os elementos probatórios que foram produzidos pelo Ministério Público expõem aos olhos de uma nação estarrecida, perplexa e envergonhada, um grupo de delinquentes que degradou a atividade política, transformando-a em plataforma de ação criminosa...”, não se harmonizam com a lógica. O decano foi o grande culpado e não acreditou na ideologia dos novos ministros que demonstraram a que vieram.
O ministro Joaquim Barbosa adverte e faz menção a uma maioria de circunstância para alterar as condenações. "Temos uma maioria formada sob medida para lançar por terra o trabalho primoroso desta Corte no segundo semestre de 2012. Isso que acabamos de assistir. Inventou-se um recurso regimental totalmente à margem da lei com o objetivo específico de anular a reduzir a nada um trabalho que fora feito. Sinto-me autorizado a alertar a nação brasileira de que esse é apenas o primeiro passo. É uma maioria de circunstância que tem todo o tempo a seu favor para continuar sua sanha reformadora.".
A sociedade já está estupefata diante de um Congresso sob as rédeas do governo e da ditadura dos partidos políticos. Repudia um Judiciário tipo chavista, maduro, quase podre.
A Imprensa Brasileira sempre foi CANALHA e ADESISTA. Uma das grandes culpadas das condições do País, mais do que as forças políticas que a dominam politicamente, e a nossa imprensa. Nossa imprensa é lamentavelmente ruim e não quero falar da televisão, que já nasceu COVARDE,CORRUPTA,VENAL e APÁTRIDA.(Millôr Fernandes)
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JOAQUIM BARBOSA DENUNCIA QUE DILMA DOMINOU O STF PARA ABSOLVER MENSALEIROS
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Ações e protestos em Campinas contra Governador.
Em visita de Alckmin, grupo protesta e simula morte de policial militar
Governador participa de inauguração da 2ª seccional de Campinas.
Manifestantes também fazem ato por profissionais das Etecs e Fatecs.

Grupo simulou morte de policial militar durante o
protesto (Foto: Fernando Pacífico / G1 Campinas)

CAMPANHA SALARIAL DA POLICIA MILITAR 2014 DIVULGUEM POR FAVOR

Julgamento dos condenados por formação de quadrilha
David carpezani filho deixou um novo comentário sobre a sua postagem "AVISO: GENERAL MARIO MARCIO VON BRENNER":
Não tenho medo e nem rabo preso com ninguem, abaixo o email que acabei de passar para o Comando do Exercito do Centro Oeste:
David carpezani filho david.carpezanifilho@gmail.com
23:16 (Há 0 minutos)
para comsoc
Exmo General,
David Carpezani Filho
fone- 066-9995-8728
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o azeite extravirgem puro solidifica quando está frio.
Faça o teste da geladeira...
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CUIDADO COM O AZEITE DE OLIVA QUE VOCÊ CONSOME
A produção de oliva (azeitonas) no mundo não é compatível com a produção de azeite!
É bastante inferior!
Alguma coisa está errada.
Cerca de 70% do azeite extra virgem vendido em todo o mundo são diluídos com outros óleos, tornando-os uma grande fraude mundial.
É o que afirma o jornalista americano Tom Mueller,
autor do livro:
“Extra Virginity: The Sublime and Scandalous World of Olive Oil” (Extra Virgem: O Sublime e Escandaloso Mundo do Azeite).
No livro (ainda sem edição brasileira), Mueller mostra como a indústria bilionária mundial do azeite falsifica os produtos.
De acordo com o jornalista, o lucro com a adulteração do azeite dito de oliva, pelos seus números, pode ser comparada ao do tráfico de cocaína.
O azeite que você está consumindo pode ser falso!
Conforme o Conselho Internacional da Oliva, que supervisiona o mercado mundial de azeite, o Brasil foi o país que teve a segunda maior taxa de importação de azeite em 2011, perdendo somente para a Rússia.
Segundo Nelson Sakazaki, diretor técnico da Associação Brasileira dos Importadores e Comerciantes de Azeite de Oliveira, 20% do azeite vendido no Brasil sofreu algum tipo de adulteração.
E a fraude não se dá somente nos produtos.
“Em muitos restaurantes, os proprietários misturam outras óleos diretamente na lata de azeite extravirgem, e o consumidor, desavisado, não percebe”, disse Sakazaki para a revista Veja.
Como reconhecer um genuíno azeite extravirgem?
É difícil afirmar se a marca de azeite que você está comprando é realmente extravirgem.
Porém, existe uma dica que pode lhe ajudar a dizer se o seu produto é real ou falso.
É o seguinte: o azeite extravirgem solidifica quando está frio.
Para fazer o teste, basta colocar um pouco de azeite dentro de um recipiente de vidro, e mantê-lo dentro do refrigerador por um prazo de 48 horas.
Ao abrir a geladeira verifique se o azeite está turvo ou endureceu.
Qualquer óleo que não solidificar na geladeira, não é puro –
é simples assim.
O ponto de fusão (transformação de líquido para sólido) do azeite acontece na temperatura de 13 a 14° C, ou seja, com a redução da temperatura o azeite deverá solidificar, e apresentar-se na forma pastosa.
Se o teu continuar líquido, jogue fora e peça teu dinheiro de volta!
E não compre mais deste fornecedor.
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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Reflexões sobre a proposta de desmilitarização da polícia
Reflexões sobre a proposta de desmilitarização da polícia
- Do site Blitzdigital
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- Publicado em Quinta, 27 Fevereiro 2014 12:27
- Escrito por ISÂNGELO SENNA DA COSTA
Aclamado fora da caserna, o discurso pró-desmilitarização encontra eco entre uma parte dos próprios policiais militares.
Infelizmente, o que nem todos sabem é que tudo isso remonta a estratégia gramscista/marxista de se desconstruir os pilares culturais de um sistema para depois demoli-lo de vez.
Não é a primeira vez que tais artifícios são postos em prática. Temos um exemplo paralelo no Extremo Oriente com a revolução cultural levada a efeito por Mao Tsé-tung.
Naquela ocasião, buscou-se a eliminação dos elementos capitalistas da cultura chinesa. Paralelamente, foram destruídas inúmeras relíquias históricas, templos e obras de arte. Estimativas dão conta que a repressão que se seguiu a revolução cultural levou diretamente a mais de dois milhões de mortes.
Voltemos ao Ocidente. Como Mao, os gramscistas pregam a derrocada da superestrutura do capitalismo. Para tanto, é mister que venham abaixo seus sustentáculos: os valores da civilização ocidental judaico-cristã, o direito romano e a filosofia grega; os quais, segunda Gramsci, alicerçam-se nos intelectuais orgânicos da classe dominante - positivistas, teólogos e militares.
Antonio Gramsci
Não sem propósito, tem-se a generalização do deboche praticado contra evangélicos e mesmo os ataques constantes contra o catolicismo. Quem já não ouviu a expressão: a religião é o ópio do povo?
Na mesma quadra, encontra-se a hegemonia do marxismo nas universidades públicas brasileiras, sobretudo nos departamentos de Ciências Sociais puras e aplicadas. Essa é a razão de pesquisas acadêmicas sobre a criminalidade estarem majoritariamente relacionadas a temas como preconceito, exclusão social, questões de gênero, violência policial e etc. Daí, a responsabilidade individual daquele que optou por uma carreira criminosa é deslocada para a sociedade injusta e desigual.
Com o sistema militar ocorre igual. Para o gramscismo, somos o sustentáculo da ordem vigente. Não importa se as instituições democráticas tem se aperfeiçoado no país. Não interessa se bem ou mal estamos vivendo o mais longo período democrático/constitucional de nossa história. Uma vez que a polícia militar é o braço armado do Estado contra os oprimidos, essa instituição deve desaparecer. Por isso, tornou-se politicamente correto e erudito negar-se a história secular das policiais militares no Brasil reduzindo-as a simples resquício da “ditadura militar”; como se as instituições militares estaduais houvessem sido fundadas com a contra revolução de 1964.
PMPR em 1915 – meio século antes da contra revolução de 1964.
Convém acrescentar que, dentro da teoria do conhecimento, o marxismo, por meio do materialismo dialético, busca compreender a realidade, para então transformá-la.
O motor disso tudo é a ideologia da luta de classes, que tem por finalidade a construção de uma nova ordem que ninguém sabe ao certo o que venha a ser.
Com muita frequência, essa é a fonte de tensões entre oficiais e praças, como o é entre patrões e empregados. Não raramente, tais circunstâncias são nutridas ou fabricadas por fontes externas à caserna. O problema é que terminam por drenar tempo e energia das instituições. Recursos que deveriam ser alocados para a resolução dos problemas práticos do dia-a-dia, em favor dos próprios policiais e da sociedade, são desperdiçados em conflitos sem fim.
Por derradeiro, matenhamos em perspectiva que o discurso gramscista/marxista não apenas permeia a cena acadêmica como também a vida artística, a fala da mídia e as políticas públicas. Para ficar em um exemplo, o Correio Braziliense de 23/04/2014, em sua edição mais lida, a de domingo, criticou veementemente a pensão militar complementar que toca tanto aos militares federais quanto aos integrantes da PMDF. De quando em quando semelhantes direitos inerentes à condição militar são questionados. Tudo isso tem uma razão de ser.
Por isso, policial militar, se você é a favor da desmilitarização, saiba em que terreno está pisando. Tenha muito claro o contexto em que essa está inserida e suas consequências.
ISÂNGELO SENNA DA COSTA
Referências:
CARDOSO, Dirceu Gonçalves. O risco da desmilitarização das polícias militares.Direito Militar, Revista da Associação dos Magistrados das Justiças Militares Estaduais–AMAJME. Florianópolis:[s. ed.], p. 32, 1999.
CHANG-SHENG, Shu. Interações entre Mao e os guardas vermelhos na Revolução Cultural.Diálogos-Revista do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História, v. 9, n. 3, p. 137-166, 2005.
COUTINHO, Carlos Nelson. A presença de Gramsci no Brasil.Revista Em Pauta, n. 22, p. 37-44, 2009.
DE MORAES, Dênis. Notas sobre imaginário social e hegemonia cultural.Revista Contracampo, n. 01, 1997.
RICUPERO, Bernardo.Caio Prado Jr. e a nacionalização do marxismo no Brasil. Editora 34, 2000.
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Tática do kettling
A tática da PM
Onde estão os que querem lutar por um Brasil melhor?
Assunto: Ela tem 84 anos e expressou aquilo que todos os brasileiros decentes estão sentindo
20 outubro 2013
Estou com vergonha do Brasil - Ruth Moreira
Estou com vergonha do Brasil. Vergonha do governo, com esse impatriótico, antidemocrático e antirrepublicano projeto de poder.
Vergonha do Congresso rampeiro que temos, das Câmaras que dão com uma mão para nos surrupiar com a outra, políticos vendidos a quem dá mais. Pensar no bem do País é ser trouxa. Vergonha do dilapidar de nossas grandes empresas estatais, Petrobrás, Eletrobrás e outras, patrimônio de todos os brasileiros, que agora estão a serviço de uma causa só, o poder.
Vergonha de juízes vendidos. Vergonha de mensalões, mensalinhos, mensaleiros. Vergonha de termos quase 40 ministros e outro tanto de partidos a mamar nas tetas da viúva, enquanto brasileiros morrem em enchentes, perdendo casa e familiares por desídia de políticos, se não desonestos, então, incompetentes para o cargo.
Vergonha de ver a presidente de um país pobre ir mostrar na Europa uma riqueza que não temos (onde está a guerrilheira? era tudo fantasia?). Vergonha da violência que impera e de ver uma turista estuprada durante seis horas por delinquentes fichados e à solta fazendo barbaridades, envergonhando-nos perante o mundo.
Vergonha por pagarmos tantos impostos e nada recebermos em troca - nem estradas, nem portos, nem saúde, nem segurança, nem escolas que ensinem para valer, nem creches para atender a população que forçosamente tem de ir à luta. Vergonha de todos esses desmandos que nos trouxeram de volta a famigerada inflação. Agora pergunto: onde estão os homens de bem deste país? Onde está a Maçonaria? OAB? CNBB? LYONS? ROTARY? Entidades de classe? Onde estão os que querem lutar por um Brasil melhor? Por que tantos estão calados?
Tenho 84 anos e escrevo à espera de um despertar que não se concretiza. Até quando isso vai continuar? Até quando veremos essas nulidades que aí estão sendo eleitas e reeleitas? Estou com muita vergonha do Brasil.
Ruth Moreira ruthmoreira@uol.com.br
ONDE ESTÃO NOSSOS MAGISTRADOS?
ONDE ESTÁ A PROCURADORIA?
E OS NOSSOS MILITARES?
SERÁ QUE TODOS TEMOS QUE SER SUBMISSOS ?!?
Se és brasileiro, patriota e quer ver essa situação mudar, não vacile, REPASSE para o maior número de pessoas, é preciso fazer com que o povo tome consciência e reaja!!!
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Alto Comando faz reunião extra para avaliar texto polêmico de General e alta tensão na Venezu
Alto Comando faz reunião extra para avaliar texto polêmico de General e alta tensão na Venezuela
Edição do Alerta Total Por Jorge Serrão
O Alto Comando do Exército fez ontem, uma reunião extraordinária, em Brasília, dentre outros assuntos explosivos, para avaliar o impacto do artigo “Árvore Boa”, escrito pelo General de Exército na reserva Rômulo Bini Pereira. Publicado no Estadão de terça-feira (19), o texto exalta o direito de os militares celebrarem a “Revolução Democrática de 31 de março de 1964”. Outro tema em discussão pelos Generais de quatro estrelas da ativa foi a explosiva crise na Venezuela e os reflexos que pode ter no Brasil.
No texto que teria sido um dos motivadores da reunião extra no Forte Apache, o General Bini faz filosofia sobre o permanente papel das Forças Armadas, comparando-a a uma planta forte, verde oliva: "Quando cortam uma árvore boa e não arrancam suas raízes, brotos teimosos vão nascer sempre no que sobrou do tronco a dizerem que ela pode ressurgir e ficar mais alta, porque a sua seiva não se extinguiu e nem se extinguirá!"
Um trecho do artigo do General deixou em polvorosa a turma do Palhaço do Planalto: “Na área militar nota-se ainda repulsa aos atos das citadas comissões. Ela é flagrante, crescente e de silenciosa revolta. Pensam que os integrantes das Forças Armadas - quietos, calados e parecendo subservientes - assistem passivamente aos acontecimentos atuais com sua consciência adormecida. Não é bem isso que está acontecendo!”
O General Bini já tinha balançado o ganho da petralhada em outros dois artigos: “O Outro lado”, publicado em 7 de junho de 2012, na Folha de São Paulo, e “Lei do Silêncio”, veiculado pelo Estadão em 12 de maio de 2012. O Alerta Total republica, abaixo, os três artigos, fundidos em um, para ampla reflexão.
Até porque a Comandanta em Chefe das Forças Armadas, Dilma Rousseff, vai impedir, por ordem direta aos comandantes de força, que o Exército celebre, em qualquer evento oficial, os 50 anos do movimento civil-militar de 1964. Provavelmente, nos quartéis, o assunto só entrará na ordem do dia daquela forma discreta, dos últimos anos, desde que Luiz Inácio Lula da Silva assumiu a Presidência da República (e lá continua, segundo a recente gafe da ministra Miriam Belchior...).
Leia, abaixo, o artigo do General Bini
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
General brasileiro diz que se for preciso os militares darão a própria vida para livrar o Brasil do Comunismo
Posted by Silvag1 at 20 fevereiro

Presidente do Conselho do Clube Militar diz que se for preciso darão a própria vida para livrar o Brasil do Comunismo. O general sutilmente lembra que vários “guerrilheiros” de ontem agora são presos condenados, que de novo se autoproclamam presos políticos.
31 DE MARÇO DE 1964 – UMA DATA A SER LEMBRADA
General de Exército Pedro Luis de Araújo Braga .
Presidente do Conselho Deliberativo do Clube Militar
Completa no próximo mês o seu Jubileu de Ouro o Monumento Cívico-Militar ou a Revolução Democrática Brasileira, na realidade uma contra-revolução que salvou o País do caos para o qual estava sendo conduzido e que postergou, por vários anos, o êxito de nova tentativa de tomada do poder por uma minoria comunista, então encastelada nos sindicatos e outras instituições, bem como em diversas esferas do Governo.
Nossos detratores, os vencidos de então, que anistiamos na esperança de paz e de concórdia nacionais, incansáveis, obliterados e empedernidos que são, e outros que não viveram aqueles tempos sombrios mas que procedem como “o papagaio de casa de tolerância do interior”, rotulam-no de “Golpe Militar” que implantou a “ditadura” no Brasil. Este meio século, para eles, significa “anos de chumbo”, ou “anos de escuridão”.
A técnica da propaganda aconselha que os slogans, os chavões, as idéias-força, as palavras-chave, devem ser repetidas à larga, até tomarem foros de realidade. E não faltam “marqueteiros” milionários, vendedores de ilusão, para ajudar nesse mister, que conta com a ampla difusão de certa mídia, comprada ou comprometida ideologicamente, e que não respeita ética e nem tem compromisso com a verdade.
Se perguntarmos a um desses que engrossam tal corrente, até bacharéis, se sabem o que caracteriza uma ditadura e quais são os parâmetros de uma democracia, terão dificuldade em responder. Ignoram que todos os Presidentes Militares foram eleitos pelo Congresso e que a maioria dos países democráticos utiliza uma forma indireta de escolha de seus mandatários. Nunca se deram conta – ou esqueceram-se, ou jamais lhes disseram – por exemplo, que José Maria Alkmin, ex- Ministro da Fazenda de JK, foi o Vice-Presidente de Castelo Branco, e que Aureliano Chaves, ex-Governador de Minas Gerais, o foi de João Figueiredo. Não lhes interessa lembrar que o MDB era o partido de oposição e que, por duas vezes, chegou a lançar candidato à Presidência da República, derrotado no voto. E que havia, circulando, jornais contra o governo, como, no Rio de Janeiro, o Correio da Manhã….Ditadura?
Mas, por quê ocorreu, há meio século, o movimento de que estamos falando? A situação nacional deteriora-se a tal ponto que se temia um iminente golpe comunista, tal como o tentado em Novembro de 1935, para a tomada do Poder. Eram greves em atividades essenciais, desabastecimento, inflação galopante, comícios ameaçadores, serviços públicos em crise, as intimidações da CGT. E a Nação, cuja voz era a voz de Deus, aflita, temerosa, apelou para suas Forças Armadas – povo fardado que sempre, ao longo dos tempos, estiveram a seu lado, pois nunca foram intrusas na História Pátria.
Como bem escreveu o lendário Osório, “a farda não abafa o cidadão no peito do soldado”. Sempre é bom lembrar a extraordinária “Marcha com Deus e a Família pela Liberdade”, que congregou, em passeata cívica e ordeira, um número incontável e inimaginável de bons brasileiros, de iniciativa e coordenação de Senhoras da sociedade.
No âmago das Forças Armadas, a disciplina e a hierarquia, suas bases constitucionais e verdadeiras cláusulas pétreas, eram violentadas às escâncaras. Inspirados na velha tática napoleônica, tentaram dividir-nos, para nos bater por partes. Falava-se, abertamente, em “classe dos sargentos” e “classe dos oficiais”, como se não houvesse uma classe militar única e indivisível, organizada em círculos hierárquicos, sob uma disciplina comum. Teciam-se freqüentes loas aos chamados “Generais e Almirantes do povo” – os “legalistas”, afinados com o Governo e que colocavam a lealdade à figura do Presidente acima de seu compromisso para com a Nação, pois só esta é eterna – e os “Gorilas”, os que manifestavam preocupação com o estado das coisas e, por várias vezes, haviam alertado o Governo para a situação preocupante, na esperança de uma mudança sensata de postura. Mas o Comandante Supremo só ouvia os “pelegos” que tinham livre acesso a ele.
Muitos não querem lembrar da revolta dos sargentos em Brasília; da “Associação de Marinheiros e Fuzileiros”, que pregava abertamente a insubordinação e cujos dirigentes, seguidos por outros, acabaram refugiando-se no Sindicado dos Metalúrgicos, que lhes deu apoio e de onde foram retirados, presos; da reunião no Automóvel Clube do Brasil, no Passeio Público do RJ, com o incentivo e a presença de João Goulart, e do espetáculo deprimente de praças carregando nos ombros um Almirante, seu adepto – todos fardados -, demonstração inequívoca de quebra de disciplina e de hierarquia. Não interessa mencionar os comícios comunistas, a ação das Ligas Camponesas, dos “Grupos dos 11”… Era a própria revolução marxista em marcha!
Vitorioso o movimento democrático, tão solicitado e aplaudido pela maioria esmagadora da Nação e sem derramamento de sangue – diferente, pois, do que ocorreu em outros países onde foi implantado, pela força, o regime comunista – o Brasil ainda viveu anos difíceis, com o surgimento da luta armada, nas cidades e no campo: assaltos, seqüestros, roubos, atentados, guerrilhas. Foram os comunistas novamente derrotados e, outra vez, não contaram com o apoio da população.
Mas, como resultado ou vingança, nossos detratores rotularam todos os que, cumprindo ordens superiores, empenharam-se na defesa da democracia, como “torturadores”, tal como dão, genericamente, a todo profissional da área de Inteligência – essencial a qualquer Estado democrático – o epíteto de “Araponga”.
Derrotados naquela luta, apresentam-se hoje como “heróis da democracia”, cada qual fingindo ser um idealista que só queria o bem do Brasil… No fundo, há um interesse por indenizações, bolsas e cargos. E um exemplo dessa desigualdade e injustiça é patente: Mario Kozel Filho, um jovem soldado que durante a prestação do Serviço Militar inicial, estava de serviço de sentinela no Quartel-General do então II Exército, em S. Paulo, foi vítima de um atentado terrorista e morreu; sua beneficiária recebe pensão normal de 3º Sargento, graduação à qual foi promovido post mortem, enquanto que o assassino que o matou, anistiado, recebeu polpuda indenização e tem um salário mensal vitalício, isento de Imposto de Renda…
Guerrilheiros de ontem, condenados hoje por outros crimes recentes de corrupção e afins, têm a desfaçatez de se declararem “presos políticos”. De seus companheiros de aventura, hoje no Poder?
As obras destes cinqüentas anos aí estão, Brasil afora. É impossível alinhá-las todas nestas poucas linhas. Bem feitas, porque construídas com competência, honestidade e fiscalização. Ninguém foi acusado de corrupção. Não houve majoração indecorosa de preços, nem “mensaleiros”, tampouco dinheiro na meia ou na cueca, nem lavagem e depósitos em contas em paraísos fiscais. Aqueles que as edificaram morreram pobres. Mas, para os detratores sempre ativos, é imperioso desvinculá-las daqueles que as idealizaram e tornaram-nas realidade. Daí até o nome de algumas tentam agora mudar. Na modesta placa de bronze colocada na Ponte Costa e Silva, lê-se: “…É um exemplo da determinação do Povo Brasileiro em caminhar firmemente para o futuro.” Este era o espírito nacional àquela época! Os jovens cantavam: “Pra frente, Brasil!” Hoje, uma entidade que parece não ter nada mais para fazer, quer mudar-lhe o nome. Está olhando pelo retrovisor da História! Será que pretende retirar o nome de Getúlio Vargas, ou Presidente Vargas, que exerceu, verdadeiramente, o governo ditatorial, do Estado Novo, dado a inúmeras cidades, usinas, escolas, hospitais e tantos outros logradouros públicos, no País, de Norte a Sul? E a propósito, não reconhecem que tal ditadura de quinze anos só teve fim, na realidade, quando do regresso vitorioso dos nossos pracinhas que lutaram contra o nazi-fascismo no Teatro de Operações da Itália.
Agora, usando a mesma tática do grande general francês antes mencionado, procuram separar o “Exército de hoje” do “Exército de ontem”, fosso este que tentam cavar também nas outras Forças Singulares. Como se iludem! As infiltrações sensíveis de antes de 1964 nelas não se repetiram. Somos todos, da Ativa, da Reserva e Reformados, uma classe que pensa igual, que está alerta e vigilante, que troca idéias e que quer o progresso do País e o bem-estar do povo.
O Brasil, que nasceu sob a sombra da cruz e que, como diz o cancioneiro popular, “é bonito por natureza e abençoado por Deus”, será sempre uma nação cristã, fraterna e acolhedora, amante da paz, livre e democrata. Jamais será dominada pelos comunistas, mesmo que isto custe a vida de muitos. É o nosso compromisso.
Fonte: Sociedade Militar
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A Polícia finalmente acordou!
A Polícia finalmente acordou!
José Geraldo Pimentel
Passeatas ordeiras organizadas pela população, com conhecimentos prévios das autoridades, de repente eram infiltradas por grupos de vândalos, como os conhecidos ‘Black blocs’, ‘Levante Popular da Juventude’ e os novos ‘rolezinhos’ (encontros organizados em centros comerciais por jovens através de redes sociais). Lembrete: O LPJ recebeu uma Menção Honrosa, entregue pela presidente da república, depois do ataque aos militares e reformados das FFAA ocorrido à frente do Clube Militar em 29/03/2012. Atentar contra a dignidade da instituição militar dá status!
E o que se viu até o momento? Apenas ações desordenadas das polícias militares estaduais, muitas vezes coagidas a não usar equipamentos adequados ao combate de distúrbios de ruas, restringindo-se ao uso de cassete e gás lacrimogênio, enquanto os baderneiros vinham com barras de ferro, bombas molotov, pedras, etc. As manifestações terminavam em pancadaria, invasões de agências bancárias, destruição de equipamentos públicos, postos policiais e carro patrulhas incendiados, e... A polícia desmoralizada correndo para não apanhar. Policiais atingidos por bombas ‘molotovs’, e o ridículo de se ver um comandante de batalhão da polícia militar do centro de São Paulo, ser cercado, desarmado e linchado com prancha de skate; e nada ser feito para coibir a ação dos baderneiros. Eu sempre acreditei que faltava estratégia na ação da Polícia Militar.
Esta semana a Polícia Militar de São Paulo deu uma demonstração de eficiência no combate à desordem pública. O país aplaudiu com entusiasmo.
Eis como a imprensa noticiou o desempenho da polícia:
“O protesto ‘Não Vai Ter Copa’ terminou com 230 detidos na noite de deste sábado, 22 de fevereiro, - o maior saldo de prisões em manifestações. Os participantes do ato foram cercados e detidos pelos integrantes do pelotão ninja, o grupo de policiais especializados em artes marciais.
A nova estratégia da PM era apoiada pela Tropa de Choque e por um helicóptero. O objetivo era isolar os Black blocs dos demais manifestantes. Pelo menos oito pessoas ficaram feridas - cinco PMs, dois ativistas e um jornalista.
Os PMs haviam montado uma barreira na saída das estações do Metrô no centro e revistavam as mochilas de quem saía de lá. Um manifestante abandonou uma mochila com coquetel molotov dentro e foi filmado por câmaras do Metrô.”
(O Estado de S. Paulo, 23/02/2014).
Está passando da hora de se acabar com a desordem institucional patrocinada pelo poder público, como ficou provado e mostrado pelos meios de comunicação. A polícia deve continuar a usar esta estratégica de ação, se antecipando aos baderneiros, e prendendo-os. Mas é prender e a Justiça cobrar dos baderneiros os prejuízos causados ao comércio.
Os dirigentes de redes de shoppings não podem ceder aos apelos dos ativistas políticos, via de regra, sociólogos anarquistas a soldo do governo federal. Deve-se coibir severamente este tipo de baderna dentro dos shoppings.
O mesmo procedimento deve ser adotado pelos militares das Forças Armadas e policiais militares e civis que foram empenhados no combate aos militantes da luta armada na década de 70, hoje perseguidos por uma comissão denominada Comissão Nacional da Verdade, - ‘comissão da calúnia’, - com filiadas espalhadas pelos estados, e promotores públicos mancomunados com os comuno-petistas. Não ceder ao inimigo. Se for expedida uma intimação para comparecer a uma dessas comissões ou ao Ministério Público Federal, não se atender. Se acontecer que uma dessas intimações seja levada por um dos membros de uma das comissões, que o receba a bala. Bandido bom é bandido morto! Deixe cair uma bala perdida no olho esquerdo do cafajeste membro da comissão. A nação inteira irá aplaudir em pé! Eu darei destaque com foto de capa, do ´presunto’ nu jogado sobre uma pedra no Instituto Médico Legal. Fotos semelhantes à do ex-capitão do Exército Carlos Lamarca e do idolatrado pelas esquerdas, terrorista Che Guevara. Não se pode ter comiseração com desordeiros!
É preciso mudar! A polícia paulista está dando o exemplo.
Aplauso para os ninjas da Polícia Militar de São Paulo.
Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 2014.
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