segunda-feira, 30 de maio de 2016

Político que enriqueceu é porque ROUBOU!

raul Defesa

Chefe dos militares dispara: Político que 


enriqueceu é porque ROUBOU!

Desde a criação do Ministério da Defesa,  os militares não haviam testemunhado um “CHEFE” capaz de enfrentar, sem medo, os problemas estruturais e institucionais que envolvem as Forças Armadas no contexto de nação. Raul Jungmann,  um estudioso “voraz”  de segurança estratégica,  chega ao comando das Forças Armadas com um discurso que só era “sussurrado” na tropa, mas nunca assumido publicamente: A falta de vergonha e compostura de políticos corruptos que “espoliaram” e continuam “espoliando” a nação brasileira.
Sem medo, olhando para os dois gravadores que registraram uma entrevista concedida na semana passada, a qual contou coma presença dos três Chefes Militares – Marinha, Exército e Aeronáutica,  o ministro da Defesa anunciou, a tantas, uma “frase definitiva”. E a disse: “Político que enriquece na política só tem um jeito: roubou. Eu estou dizendo isso aqui, gravado”.
Jungmann administra, no Ministério da Defesa, este ano, um orçamento de R$ 82 bilhões – 77% comprometidos com o pagamento de 340 mil funcionários da Aeronáutica, da Marinha e do Exército. Na terça (24), Temer convidou o ministro e os três comandantes militares para um jantar informal no Palácio Jaburu. A conversa, diz, foi boa, e, segundo Jungmann, “apontou horizontes”.
Antipetista desde que botou o pé no Congresso Nacional – em 2003, depois de dois ministérios no governo Fernando Henrique Cardoso -, Jungmann foi proponente e protagonista da chamada CPI do Mensalão, o começo do inferno petista, e, depois, da CPI dos Sanguessugas.
Com conteúdo do Diário do Poder

SEGURANÇA PÚBLICA E POLÍCIA

SEGURANÇA PÚBLICA E POLÍCIA
Cel Giraldi




             Prezados (as) Policiais Militares dos (das) quais possuo e-mail

Convivendo, integrando, estudando, vivenciando e participando da área de "segurança pública e polícia", e tudo aquilo que a ela se refira, há décadas, inclusive sob os aspectos teóricos, práticos, científicos e de neurociências, desenvolvi o trabalho que anexo se encontra ("Segurança Pública e Polícia") e, constantemente, sou solicitado a ministrá-lo em aulas, palestras e exposições em quase todos os segmentos da sociedade, incluindo universidades, faculdades, Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Legislatura anterior), órgãos e instituições as mais diversas, polícias, e muitos outros, inclusive no exterior, sempre  com grande sucesso e aprovação, e sempre de forma gratuita como gratuitos são todos os meus trabalhos.
Aproveitem-no se for o caso para, acrescentando as partes que estão de acordo com suas opiniões, a outras desenvolvidas por vocês, usá-lo em suas aulas, palestras, esclarecimentos a terceiros, etc., assim como encaminhá-lo aos seus contatos e não contatos, incluindo autoridades, órgãos de divulgação (incluindo TV), políticos, integrantes de organizações as mais diversas, jornalistas, e outros.
Para aqueles (as) que ainda não assistiram a entrevista para TV em que exalto e dignifico a Polícia Militar e os Policiais Militares, ou a desejam assistir novamente, basta acionar o link abaixo.
Essa entrevista tem feito com que civis que não tinham simpatia pela PM e a assistiram passaram a ter, inclusive o jornalista entrevistador.
Atenciosamente.
Giraldi – Cel PM
Autor do "Método Giraldi" cuja finalidade é ensinar o policial militar a usar sua arma de fogo de forma correta a fim de regressar, íntegro, ao seio da sua Família após uma jornada de trabalho, e não para o necrotério, para uma cadeirade rodas, ou para a prisão. Ensinar o policial militar a usar sua arma de fogo de forma correta com a finalidade de servir e proteger a sociedade e a ele próprio. "Na vida há alguma coisa mais importante que a vida? E depois da vida a liberdade?". Se você ainda não o aprendeu aprenda-o, pois sua vida e sua liberade dependem desse aprendizado.
O link é: (não se esqueça de abrir o anexo)



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Lei Rouanet

Fim da Lei Rouanet








Change.org
Priscila, este abaixo-assinado foi feito por uma pessoa como você. Clique e assine para apoiar.

Congresso Nacional: Aprove o fim da Lei Rouanet. Chega de financiar o PT!


Renato Gusmao
Criei este abaixo-assinado pela revogação total da Lei Rouanet. Peço aos deputados, senadores e ao senhor ministro da Educação, Mendonça Filho, que revogue a Lei Rouanet.
Esta lei permite desviar impostos que poderiam ir para a nossa debilitada Saúde, e como vimos, o PT usou esta lei somente como desculpa para compra de apoio político de intelectuais e artistas famosos. A Lei Rouanet precisa ser extinta.
As atrocidades dessa lei também incluem fazer filme sobre mensaleiro e outros políticos em pleno mandato. Assine e compartilhe, ajude a acabar com esta pouca vergonha!
Quer saber mais sobre este e outros abaixo-assinados?
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O que você quer mudar?
Faça um abaixo-assinado.




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Ministro de Temer orioentou defesa de Renan e Machado na Lava-Jato

Novos áudios

Ministro de Temer orioentou defesa de Renan e Machado na Lava-Jat

Titular da Transparência, Fabiano Silveira disse, em fevereiro, como peemedebistas deveriam se comportar diante da PGR

29/05/2016 - 23h11min | Atualizada em 30/05/2016 - 08h52min
Ministro de Temer orientou defesa de Renan e Machado na Lava-Jato Gláucio Dettmar/Divulgação
Ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Fabiano SilveiraFoto: Gláucio Dettmar / Divulgação

Conversas gravadas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado envolvem o ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Fabiano Silveira, encarregado de combater a corrupção no governo federal. De acordo com os áudios, revelados pelo Fantástico, da TV Globo, o ministro criticou a atuação da Procuradoria-Geral da República (PGR) na Operação Lava-Jato e orientou Machado e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), sobre como deveriam se comportar — ambos são investigados.

O encontro teria ocorrido na casa de Renan em 24 de fevereiro, três meses antes de Fabiano assumir como ministro convidado pelo presidente interino Michel Temer. A reunião teve também a participação de Bruno Mendes, advogado e ex-assessor de Renan. O ex-presidente da Transpetro lê em voz alta um depoimento de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras e delator da Lava-Jato. Os interlocutores ouvem as acusações de Costa e os argumentos de defesa de Machado, que se dirige a Silveira, dizendo que as explicações são contundentes. Em seguida, Silveira faz um comentário sobre a situação de Machado e diz que ele deve procurar o relator da medida cautelar para prestar esclarecimentos.

Renan diz a Silveira estar preocupado com um dos inquéritos aos quais responde no Supremo Tribunal Federal (STF) — que investiga se ele e Machado receberam propina em forma de doações eleitorais para facilitar a vitória de um consórcio em licitação para renovar a frota da Transpetro. Renan diz a Silveira que está preocupado com um recibo. Machado afirma que ele foi incluído em um processo de R$ 800 mil. Outra voz que não foi possível identificar pergunta se foi o doleiro Alberto Youssef quem disse que o dinheiro foi para Renan. Machado diz que não.

— Cuidado, Fabiano (Silveira)! Esse negócio do recibo... Isso me preocupa pra c****** — fala Renan.

Nesse momento, Silveira discute a estratégia de defesa de Machado e Calheiros. O futuro ministro diz ao presidente do Senado de que não deveria entregar sua versão dos fatos, pois isso daria à PGR condições de rebater detalhes da defesa.

— A única ressalva que faria é a seguinte: está entregando já a sua versão pros caras da... PGR, né. Entendeu? Presidente, porque tem uns detalhes aqui que eles... (inaudível) Eles não terão condição, mas quando você coloca aqui, eles vão querer rebater os detalhes que colocou. (inaudível) — afirma Silveira.

Mais adiante, Silveira diz que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e os procuradores "estão perdidos". Conforme o Fantástico, em outra conversa, de 11 de março, sem a presença de Silveira, Calheiros e Machado comentam a atuação do atual ministro, que teria ido falar com Janot depois da reunião que tiveram em 24 de fevereiro. A TV Globo apurou que Silveira procurou diversas vezes integrantes da Lava-Jato para tentar obter informações de inquéritos contra Renan.

CONTRAPONTOS
O que disse Fabiano Silveira:

Em nota, o ministro alega que esteve "de passagem" na residência oficial do presidente do Senado na ocasião em que a conversa foi gravada, que não sabia da presença de Machado na reunião e que eles não têm nenhuma relação, pessoal ou profissional.

"(Silveira) esteve involuntariamente em uma conversa informal e jamais fez gestões ou intercedeu junto a instituições públicas em favor de terceiro", afirma o texto divulgado pela sua assessoria de imprensa. Ele diz ainda que "chega a ser despropósito" sugerir que o Ministério Público, uma instituição que demonstra independência e altivez, "possa sofrer qualquer interferência externa".

O que disse Sérgio Machado
A defesa informou que não pode se manifestar por causa do sigilo da delação premiada.

O que disse Renan Calheiros
Não respondeu aos contatos do programa Fantástico.


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DILMA COM CARTÃO CORPORATIVO, SÓ EM 2014 SUPEROU 700 MILHÕES

GASTOS PARTICULARES DA DILMA COM CARTÃO CORPORATIVO, SÓ EM 2014 SUPEROU 700 MILHÕES DE "REAUS" 

SÓ COM O VALOR DE UM DOS 4 VINHOS TOMADOS PELA NOSSA AMIGA ( PAGOS COM O NOSSO
 CARTÃO)   DARIA PARA COMPRARMOS AQUI NO BRASIL MAIS DE 600 GARRAFAS DE BONS 
VINHOS CHILENOS. COM AS 4 GARRAFAS CONSUMIDAS POR ELA  MONTARÍAMOS UMA SENHORA
 ADEGA.    
 Enquanto os imbecis que correm atrás dela comem pão com mortadela e tomam Qsuco
, ela gasta 50 mil dollares em jantares, vão ser imbecis lá  na Cochinchina.

Temer pede pente-fino em 

gastos particulares de Dilma

com cartão corporativo e se surpreende

domingo, 22 de maio de 2016

https://3.bp.blogspot.com/-up0TcgZC-Q8/V0IQmCNt5jI/AAAAAAABP44/M4EvPVq4R7ICsftLSjhyyZ44bsgaHrlvACLcB/s400/bomba.jpg
O PT entrou em estado de alerta após o vazamento da informação de que o presidente interino Michel Temer solicitou um escrutínio completo nos gastos de Dilma no Planalto. 
A presidente afastada também está preocupada com o pente­fino secreto nas despesas da Presidência e de outras áreas em busca de casos de malversação dos recursos públicos. 
https://2.bp.blogspot.com/-WLcz_Ae6P5g/V0IRFR_T64I/AAAAAAABP48/Tg9t09BfBWQVDXLcDBbvpyQ8r0GS47XVwCLcB/s400/pente.jpg
O levantamento do governo Temer tem o claro objetivo de rebater os ataque e a as acusações e críticas que seu governo tem recebido de setores do PT e de seus tradicionais aliados nos movimentos sociais e na classe artística. 
O governo que comprovar seu compromisso com a austeridade e a recuperação da economia, demonstrando através de uma No limite, a auditoria que a presidente afastada não tinha as mesmas preocupações com as contas públicas e que praticou "malversação de recursos públicos", o que é crime conforme a lei. 
O governo já apurou uma série de irregularidades nos gastos diretos da Presidência da República, incluindo os gastos feitos por meio do cartão de pagamento do governo, o chamado "cartão corporativo". 
A equipe responsável pela auditoria detectou que apenas em 2014, a presidente afastada torrou R$ 747,6 milhões, entre itens de luxo e jantares de quase 50 mil dólares.
O receio de que os gastos de Dilma superem a cifra dos bilhões já foi superado pelos auditores. 
A presidente afastada e o PT já estão se preparando para a explosão de mais esta bomba para os próximos dias e preparam um discurso onde pretendem acusar o governo Temer de "revanchista".









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quarta-feira, 25 de maio de 2016

Fernando Pimentel tem pedigree

QUEM É FERNANDO PIMENTEL Governador de Minas Gerais Suas ações....
   
  ...Terrorista Bonzinho só não matou o Consul Americano em Porto Alegre por incompetência !!!

Fernando Pimentel e Dilma Rousseff mantém contratos secretos com Angola e Cuba.

Por Bruno Braga.

Em 1970, FERNANDO da MATTA PIMENTEL – hoje Governador PETISTA do estado de Minas Gerais - participou da fracassada ação TERRORISTA orquestrada pela Vanguarda Popular Revolucionária (VPR): sequestrar Curtis Carly Cutter, cônsul dos Estados Unidos em Porto Alegre. O objetivo era realizar uma ação de impacto para consagrar a unidade de combate junto ao Comando Nacional, libertando - em troca da autoridade sequestrada - cinquenta "companheiros" presos.

"O sequestro foi marcado para o dia 21 de março, um sábado. Na tarde desse dia, estando tudo pronto, já com o carro para a ação roubado, o sequestro fracassou pela primeira vez, em virtude de erro no planejamento. Nova tentativa foi marcada para semanas depois.

No dia 4 de abril (também um sábado), o 'Comando do TERRORISTA Carlos Marighella' foi assim constituído: no carro da ação, um Volks azul, estava o comandante da operação, Félix Silveira Rosa Neto, com pistola calibre 45, o motorista Irgeu João Monegon, com revólver.38, FERNANDO da MATTA PIMENTEL, com revólver .38, e Gregório Mendonça, do MR-26, com metralhadora INA .45; no carro da cobertura, ia o motorista, Reinhold Amadeo Klement, com revólver .38, e Luiz Carlos Damatta, com metralhadora INA .45. Além das armas, algumas granadas completa vam o arsenal formado para o sequestro.

Na manhã desse dia, o cônsul saiu sozinho de sua residência, com sua caminhonete Plymouth azul-marinho. Pelo excesso de tráfego nos caminhos percorridos, nada foi tentado. À tarde, novamente, o cônsul saiu em direção à Vila Hípica. Em Vila Assunção, tentaram encostar-se ao seu carro, mas, por mais uma vez, o tráfego impediu a ação. Às 16 horas, o americano encontrava-se numa rua sem saída, no bairro Tristeza. Montaram o esquema de bloqueio da rua, que fracassou por imperícia de Irgeu: em vez de fechar, seu carro emparelhou com o do cônsul. Este, pensando que os rapazes queriam fazer um 'pega', arrancou a sua potente Plymouth, deixando para trás os surpresos TERRORISTAS .  Combinaram, então, nova tentativa para essa mesma noite, marcando um ponto de encontro, ao qual Luiz Carlos Dametta não compareceu. Apesar do desfalque, resolveram agir assim mesmo. Os frequentes fracassos irritavam e açodavam os militantes do 'Comando Carlos Marighella".Às 20 horas, o cônsul, acompanhado de sua esposa, saiu para visitar uns amigos, estacionando na Avenida Independência nas proximidades do Teatro Leopoldina. Às 22h30min, saiu o casal acompanhado de um amigo. Tomando o carro, foram seguidos até a Rua Vasco da Gama, quando, logo após a Rua Ramiro Barellos, foram ultrapassados e fechados pelo Volks dirigido por Irgeu, ocorrendo uma batida. Os três militantes desse carro, Félix, FERNANDO PIMENTEL e Gregório desceram, cercando a caminhonete do cônsul. Este não titubeou, ao ver as armas, arrancou violentamente e atropelou FERNANDO PIMENTEL , abalroando o Volks. Félix atirou com sua pistola .45, acertando o omoplata da vítima, que, mesmo ferida, conseguiu escapar. O Volks, batido, foi abandonado na Rua Dona Laura. O outro carro foi guardado para futuras ações. De madrugada, reunidos no 'aparelho' em que o cônsul deveria ser guardado, analisaram as causas do fracasso. Até hoje, não se sabe o que fizeram  naquele momento, com o "Comunicado Número Um" (trecho extraído do livro "ORVIL: tentativas de tomada do poder", Schoba, 2012, pp. 539-40 - os destaques no texto para Fernando Pimentel são meus)O "Comunicado Número Um" - citado acima - era um aviso que deveria ser entregue às autoridades com a consumação do sequestro. Porém, ele n&ati lde;o propunha somente a troca do cônsul pelos cinquenta "companheiros" presos. O comunicado, previamente redigido, já trazia a "confissão" do prisioneiro, que assumia "ligações com a CIA", e a condenação dele à morte, julgado sumariamente pelo "tribunal de justiça revolucionária" - execução que seria evitada apenas se as autoridades aceitassem as condições do resgate (Idem, p. 538).Em 2011, João Carlos Bona Garcia - juiz militar aposentado, e ex-integrante da VPR - contou como ele e FERNANDO PIMENTEL ROUBARAM Cr$ 89.500,00 (R$ 415 mil reais em 2011) do BANDO do BRASIL, de São Paulo - dinheiro que pertencia ao grupo Ultragás.

Com um Gordini, os TERRORISTAS fecharam o fusca que estava a serviço do banco em Porto Alegre, rendendo o motorista e seu acompanhante: "Eu estava com uma 45 e o FERNANDO PIMENTEL com um revolver 38", contou Bona Garcia. Cabia-lhe render o motorista, mas este inicialmente resistiu, com um atrevido "não saio!". O TERRORISTA disse: "Sai, se não vou ter de te matar". Ele saiu. "O FERNANDO teve mais sorte, porque o dele saiu logo. Mas a ação foi um sucesso". Sanches, subgerente do Banco do Brasil em Porto Alegre, disse à polícia que os dois assaltantes usavam um emplastro na altura do nariz e da boca (Revista Época, 18 de Março de 2011 - os destaques no texto para Fernando Pimentel são meus). Mas não foi só com a VPR que Fernando Pimentel - empunhando armas e promovendo atividades criminosas - tentou fazer do BRASIL um país SOCIALISTA-COMUNISTA.

Em Belo Horizonte - antes de integrar a VPR -, Fernando Pimentel fez parte do COLINA (Comando de Libertação Nacional), ORGANIZAÇÃO TERRORISTA que tinha DILMA ROUSSEFF em seus quadros como membro ativo e de muita truculência.

ANEXO.

Fernando Pimentel - PETISTA governador do Estado de Minas Gerais - tem o DEVER de esclarecer os termos dos contratos SECRETOS multimilionários firmados com as ditaduras SOCIALISTAS-COMUNISTAS de CUBA e ANGOLA. Fernando Pimentel, enquanto Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio da Presidente DILMA Rousseff, foi o responsável por assiná-los (Cf. vídeo). DILMA e PIMENTEL que, durante os Governos dos Militares, pretendiam - empunhando ARMAS e promovendo ATENTADOS TERRORISTAS - transformar o Brasil em um país SOCIALISTA-COMUNISTA, no modelo de CUBA.

OBS:

Nesta última semana de maio/16, em face de investigações na OPERAÇÃO ACRÔNIMO, o Ministério PÚBLICO denunciou o governador FERNANDO PIMENTEL ao STF por CRIMES de ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA, CORRUPÇÃO PASSIVA e LAVAGEM de DINHEIRO



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segunda-feira, 23 de maio de 2016

Juiz anula anistia de Lamarca e quer que família devolva indenização

Juiz anula anistia de Lamarca e quer que família devolva indenização

 
Lamarca foi um dos líderes da oposição armada à ditadura militar brasileira, que derrubou o governo constitucional de João Goulart em 1964.

Como comandante da Vanguarda Popular Revolucionária, Carlos Lamarca foi um dos líderes da oposição armada à ditadura civil-militar brasileira, que derrubou o governo constitucional de João Goulart em 1964.

Marco Weissheimer

O juiz Guilherme Corrêa de Araújo, da 21ª Vara Federal do Rio de Janeiro, decidiu anular os atos da Comissão de Anistia, do Ministério da Justiça, datados de 2007, que determinaram o pagamento de uma indenização de R$ 100 mil para Maria Pavan Lamarca, viúva de Carlos Lamarca, e para seus dois filhos, totalizando a soma de R$ 300 mil, e que definiram o pagamento de uma pensão equivalente ao posto de General-de-Brigada para Maria Lamarca. Além disso, o juiz determinou o ressarcimento ao erário federal dos valores já pagos à família, corrigidos monetariamente segundo a variação do IPCA/E e acrescidos de juros. A ação foi movida pelo advogado João Henrique Nascimento de Freitas, um dos autores da ação popular que suspendeu o pagamento da indenização para 44 camponeses que foram vítimas de tortura por integrantes do Exército brasileiro durante a guerrilha do Araguaia. A família vai recorrer da decisão.

Lamarca foi um dos líderes da oposição armada à ditadura militar brasileira, que derrubou o governo constitucional de João Goulart em 1964. Capitão do Exército, desertou em 1969 tornando-se um dos comandantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), organização que pegou em armas para combater a ditadura.

Em março de 2014, o Clube Militar do Rio de Janeiro conseguiu uma liminar na Justiça para anular a portaria do Ministério da Justiça que concedeu a anistia a Lamarca e estabeleceu uma reparação econômica para sua viúva e filhos. No entanto, em outubro do mesmo ano, o Tribunal Regional Federal da 3.ª Região reconheceu o direito à promoção do capitão  Carlos Lamarca, morto durante a ditadura.

Lamarca foi morto no dia 17 de setembro de 1971, aos 34 anos de idade, no sertão da Bahia, após ter sido cercado por integrantes das forças armadas. Conforme essa decisão da Justiça Federal, ele foi promovido a coronel, com proventos de general de brigada. Em seu voto, o desembargador José Marcos Lunardelli, relator da ação, afirmou: "Reconhecemos a promoção (de Lamarca) ao posto de coronel, com soldo de general de brigada, tal como a Comissão da Anistia declarou. A decisão seguiu o que já havia sido declarado na esfera administrativa."

Em sua decisão que contesta agora a legalidade dos atos da Comissão de Anistia, o juiz Guilherme Corrêa de Araújo sustenta que "não se ignora que inúmeros brasileiros tenham padecido de graves e injustificados sofrimentos no período em questão, mas para a superação dos traumas desse momento histórico não foi prevista, de forma geral e abrangente, a concessão de reparação econômica ou moral". Além disso, Guilherme Corrêa de Araújo afirmou que "não houve comprovação de que a esposa do falecido exercia atividade econômica da qual foi privada, muito menos seus filhos, estes em razão da tenra idade que ostentavam na época dos fatos invocados para a concessão do benefício".

Para Tarso Genro, que era o ministro da Justiça em 2007, decisão "tem um nítido cunho político, quer fazer uma revisão histórica do que ocorreu na ditadura e representa um ataque à Constituição."  Foto: Bernardo Jardim Ribeiro/Sul21

Para Tarso Genro, que era o ministro da Justiça em 2007, decisão "tem um nítido cunho político, quer fazer uma revisão histórica do que ocorreu na ditadura e representa um ataque à Constituição." Foto: Bernardo Jardim Ribeiro/Sul21

Ministro da Justiça na época que a anistia foi concedida a Carlos Lamarca, Tarso Genro considerou a decisão do juiz Guilherme Corrêa de Araújo "no mínimo, estranhíssima, na medida em que atinge um ato jurídico perfeito". "Como ocorreu com tantos outros casos, foi instalado um processo na Comissão Nacional de Anistia que fez todas as investigações necessárias. O caso de Lamarca foi julgado e a Comissão da Anistia orientou o ministro a publicar uma portaria concedendo a anistia, o que acabou acontecendo. Essa sentença ataca uma decisão legal, tomada nos marcos do sistema administrativo brasileiro", disse o ex-ministro ao Sul21.

Para Tarso Genro, a decisão do magistrado pode ser lida "como uma desautorização da norma constitucional que instituiu anistia no Brasil". Essa decisão, acrescentou, "tem um nítido cunho político, quer fazer uma revisão histórica do que ocorreu na ditadura e representa um ataque à Constituição que abre um precedente inaceitável. Será objeto de recurso e deve ser reformada nos tribunais superiores". O ex-ministro da Justiça também classificou como estranho o argumento do magistrado, segundo qual não haveria base legal para a "concessão de reparação econômica ou moral". "Isso é previsto pela lei e milhares de pessoas já receberam esse tipo de indenização", assinalou.

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http://www.sul21.com.br/jornal/juiz-anula-anistia-de-lamarca-e-quer-que-familia-devolva-dinheiro-da-indenizacao/


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