terça-feira, 30 de junho de 2015

PM assume escola tomada por violência e a transforma em modelo


    • Foto: Reprodução/O GloboFoto: Reprodução/O Globo

      As diferenças começaram nos muros. Antes inteiros pichados, agora dão espaço ao branco, ao azul e só. E não foram só as paredes que mudaram na Escola Estadual Professor Waldocke Fricke de Lyra, em Manaus. Depois que passou para as mãos da Polícia Militar, virou 3º Colégio Militar da PM Waldocke Fricke de Lyra e, junto disso, viu sua rotina mudar drasticamente. O desempenho dos alunos também mudou — e para melhor.

      São 2 mil alunos dos ensinos fundamental e médio que passaram para as mãos da PM local em 2012, a pedido do governo estadual. O colégio fica em uma das regiões mais violentas de Manaus e registrava furtos, banheiros quebrados, brigas no pátio e trânsito livre de armas brancas. Os policiais mudaram isso com rotina rígida e uma gestão linha dura.

      Para entrar, farda e horário rígido. para sair, só após a realização de todas as tarefas. Celular? A ordem é que ele fique sem bateria até a saída do colégio. Tudo isso sob a batuta do coronel aposentado Rudnei Caldas, que afirma ter encontrado resistência dos professores no início da implantação do novo sistema. Mesmo assim, ele não desistiu e manteve o que julgava melhor para a escola. Três anos depois, os alunos já estão completamente dentro da rotina extremamente rígida.

      Quando passam, por exemplo, pelos policiais armados que atuam como inspetores, endireitam a coluna e batem continência. Dentro das salas de aulas, gritos de guerra são ouvidos antes das jornadas e distintivos de patentes são distribuídos para os donos das melhores notas. Uma indisciplina até é aceita, mas se reiterada, leva à expulsão. Em 2015, até maio, foram cinco alunos expulsos, média de um por mês — todos por não se adequarem à política do colégio. Os professores antigos, resistentes ao novo sistema, foram quase todos mandados embora e substituídos.

      E as mudanças não são visíveis apenas na estrutura física do colégio e nas normas extremamente rígidas. De 2011 para 2013, a escola deu um salto no Ideb. O ensino fundamental passou de média 3,3 para 6,1. No ensino médio o salto foi de 3,1 para 5,8. Os novos coordenadores do colégio ainda se orgulham em afirmar que o índice de reprovação, de 15,2% em 2012, foi zerado em 2014. Alguns alunos ainda apareceram, de maneira inédita, entre os primeiros colocados nas Olimpíadas de Matemática das Escolas Públicas.

      Quem também se adaptou às regras novas foram os professores. Uma das poucas remanescentes da administração antiga, Maria do Rosário de Almeida Braga, de 54 anos, afirmou ao jornal O Globo que não só os alunos têm exigências vindas da diretoria: os professores também. E, por isso, acredita ela, a imagem da escola e, principalmente, os desempenhos dos alunos, mudaram tanto nos últimos anos, tornando a escola modelo para o estado.


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      segunda-feira, 29 de junho de 2015

      Carros: Os de Antes ou os depois?

      Carros: Os de Antes ou os de Agora?

      É incrível como carros evoluíram a partir do momento
      em que foram concebidos pela primeira vez. Inicialmente,
      existiam apenas algumas empresas que os
      produziam, mas agora os carros estão em toda parte e são
      produzidos em todo o mundo. Entretanto... talvez tenhamos
      perdido algo do estilo de linhas clássicas e elegantes de outros tempos.
      Ou os novos e arrojados modelos são mais bonitos?
      A resposta a esta pergunta é uma questão de gosto de
      cada um. Ainda assim,  podemos admirar o progresso da
       indústria automobilística através destes surpreendentes exemplares.
       
      Bugatti Veyron e Modelo 35
      carros, tipos
       
      Pontiac GTO
      carros, tipos
       
      Ford Mustang
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      Maserati GT
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      Porsche 911
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      Land Rover Defender
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      Mercedes 300 SLR
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      Volkswagen Beetle
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      Dodge Challenger
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      BMW 507
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      Wolkswagen GTI
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      Jaguar Mod. E e Mod. F
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      Range Rover
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      Chevrolet Corvette Stingray
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      Rolls Royce Phantom
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      Chevrolet Camaro
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      Bentley Mulsanne Mulliner e o Clássico de 8 Litros
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      Mercedes Gullwing
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      Volvo: 855 T5-R e V60 Polestar
      carros, tipos
       
      Mercedes Maybach
      carros, tipos
       
      BMW M3 e M4
      carros, tipos
       
      Toyota Corolla
      carros, tipos
       
      Audi Quattro
      carros, tipos
       
      Buick
      carros, tipos
       
      Aston Martin DB5 e DB9
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      Cadillac V-16 e Sixteen
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      Ferrari GTS e Modena
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      Artur Avisou: A casa caiu

      video

      A 'casa' do lula caiu ..


       
       



         


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      Imagem deve ser preservada

        
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      Imagem de Cristiano Araújo no WhatsApp configura crime de vilipêndio de cadáver?

       
      Publicado por Matheus Galvão
      Carregando...
      - 2 dias atrás
      LEIAM 159 NÃO LEIAM
      Cristiano Arajo no WhatsApp configura crime de vilipndio de cadver
      Hoje em dias as novidades correm rápido. Rápido e informalmente. Após a tragédia que ceifou a vida do cantor sertanejo Cristiano Araújo (29) e sua namorada Allana (19), um vídeo e fotos do corpo do cantor chegaram a milhões de aparelhos celulares pelo aplicativo de comunicação WhatsApp.
       
      Muitos se perguntaram se a divulgação dos vídeos e fotos seria crime. A imprensa divulgou o fato, informando que as pessoas que tiraram as fotos poderiam ser acusadas de vilipêndio de cadáver.
      Fica a questão: a divulgação de foto e vídeo de cadáver configura vilipêndio?
      Vilipêndio de cadáver é um crime contra o respeito aos mortos, tipificado no artigo 212
      Art. 212. Vilipendiar cadáver ou suas cinzas.
      Pena - detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.
      É um crime comum, podendo ser praticado por qualquer pessoa, inclusive os parentes do morto. Embora o morto seja o "objeto" do vilipêndio, o sujeito passivo do crime é a coletividade, especialmente os familiares e demais pessoas ligadas à vítima.
      A questão é saber se a conduta de compartilhar a imagem de cadáver pelo WhatsApp está enquadrada no tipo penal. Mas, antes, o que seria vilipendiar cadáver?
      O professor Rogério Sanches da Cunha atribuiu ao termo vilipendiar alguns sentidos: desprezar, desdenhar, aviltar, menosprezar, rebaixar. O crime pode ter execução de forma livre:
      (...) Podendo ser praticado pelo escarro, pela conspurcação, desnudamento, colocação do cadáver em posições grosseiras ou irreverentes, pela aposição de máscaras ou de símbolos burlescos e até mesmo por meio de palavras; pratica o vilipêndio quem desveste o cadáver, corta-lhe um membro com propósito ultrajante, derrama líquidos imundos sobre ele ou suas cinzas (RT 493/362). (Rogério Sanches da Cunha, Curso de Direito Penal - Parte Especial, p. 447).
      No caso do cantor, é muito importante saber o que as pessoas que tiraram a foto e as divulgaram pretendiam. Queriam simplesmente divulgar a imagem do morto para alcançar o anseio de curiosidade das pessoas? Tinham interesse de menosprezar ou aviltar o cadáver?
      O elemento depreciativo na conduta é essencial para a configuração do crime de vilipêndio de cadáver. Rogério Sanches afirma que as decisões informam ser
      "indispensável o elemento moral, consistente no desejo de desprezar o corpo sem vida".
      Não nos parece que a intenção de divulgar a imagem tenha ocorrido com a finalidade de escárnio ou depreciação, senão uma conduta um tanto irresponsável e no máximo imoral. Porém, no que se refere ao fato típico, não parece haver conduta criminosa.
      A ação no caso de vilipêndio de cadáver é pública incondicionada e, portanto, independe de implemento de qualquer condição. Pode haver investigação pela autoridade competente e mesmo o ajuizamento da denúncia independente do interesse das partes envolvidas.

      Advogado, Descobrindo o Direito e outras novidades.
      Advogado. Bacharel em Direito pela Universiade Federal da Bahia. Analista de conteúdo. Pesquisador de tudo e, nas horas vagas, sonhador, visionário, músico, escritor, leitor, viajante, cinéfilo.



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      sábado, 27 de junho de 2015

      Ocorrência perfeita!!! Parabéns aos PMs...

      ​Só  de ver a mulher resgatada se ajoelhar e agradecer a Deus e dar um abraço no policial
      que a salvou, não tem preço.

      Em 26 de junho de 2015 22:16, Moderador CBB  escreveu:
       


       
         
       
         Cbb face
       
         
         
       

       
         
      Maurício Marchese Rodrigues
      26 de junho às 17:32
       
      Ocorrência perfeita!!! Parabéns aos PMs envolvidos!!! :)

      Salvamento Sequestro
      Policiais salvam mulher sequestrada, Bela ocorrência em conjunta, terra e ar!
      Juntos somos fortes!
      C...
       
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      -- CBB-Ninho

      Deputado se incomoda com a presença de capitão fardado, o compara a palh...


      sexta-feira, 26 de junho de 2015

      Dilma SAPIENS Sofre + Uma Derrota !!! by @ReinaldoAzevedo - @RachelShe...


      PM HERÓI É TRATADO COMO MARGINAL


      PM HERÓI é tratado como marginal ✰ Jair Bolsonaro... YT..



      Em sexta-feira, 26 de junho de 2015 01:30:50 UTC-3, Jairo Portela escreveu:
      PM HERÓI é tratado como marginal ✰ Jair Bolsonaro



                         



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      중국 여군 퍼레이드 (Chinese Female Soldiers and Militias)


      O Fim do Inquérito Policial

      Vejo com muita alegria esse transbordar de vontades no sentido de reformar a polícia. Que tal direcionarmos toda essa energia e coragem cívicas para o verdadeiro ponto de partida dessa reforma?: O FIM DO INQUÉRITO POLICIAL, esse verdadeiro câncer da segurança pública brasileira, manifestação de uma rebuscada e caríssima burocracia bacharelesca que só existe no Brasil. Uma burocracia que, em São Paulo, não consegue investigar nem 3% dos furtos, nem 5% dos roubos e nem 8% dos homicídios (apesar da quantidade enorme de prisões em flagrante delito). Essa ineficiência, maior causa da certeza da impunidade, é um incentivo – talvez o maior – ao crime. Só para se ter uma ideia da ineficiência de nossa (caríssima) investigação, enquanto que no Brasil apenas 8% dos homicídios são esclarecidos, Na Inglaterra a taxa é de 90%, na França, de 80%, e nos Estados Unidos é de 65%.
      A atividade de investigação deveria ser– como no resto do mundo – apenas uma das especializações da polícia (E NÃO UMA CARÍSSIMA E INEFICIENTE ORGANIZAÇÃO). Mas uma especialização desempenhada com agilidade e eficácia, de forma a eliminar a sensação de impunidade.
      Mas por que começar pelo fim do inquérito? Porque tornar a atividade de investigação uma especialização da polícia vai influir na arquitetura do novo modelo. Qualquer tentativa de se redesenhar a polícia sem levar em conta o fim do inquérito policial fará com que o novo desenho não passe de um exercício artístico e estético de se criar organogramas disfuncionais, além do que, permitirá que o inquérito acabe por contaminar – pelos motivos que todos conhecemos – a nova organização policial.
      Mas, cadê coragem para mexer no vespeiro? Parece que é mais fácil eleger a polícia ostensiva como o bode expiatório e parte mais fácil de se mexer, apesar de ela ser responsável, apenas em São Paulo, pelo atendimento de 160.000 pedidos de auxílio por dia (em nove meses, o equivalente a toda a população do estado pede auxílio à sua Polícia Militar);pela prisão de 183. 952 delinquentes (2013); e por 2.506.664 atendimentos sociais (2013).
       
      A palavra inglesa “enforcement” é comumente traduzida por policiais de todo o mundo – e também por estudiosos de polícia, nas universidades - como “aplicação da lei”, e é também, por eles, apontada como função natural das organizações policiais. Portanto, os oficiais de polícia – as autoridades públicas investidas na função de policiais - têm como missão a aplicação da lei. Essa é uma verdade universalmente aceita, facilmente compreendida, independente do país e do idioma que se fala.
      Difícil, por outro lado, é um brasileiro fazê-los entender o que é inquérito policial e o conceito de autoridade policial atribuído ao delegado de polícia, como se utiliza por aqui, devido à interpretação “bacharelesca” que se pretende dar, em nosso país – e, ao que parece, só aqui -, à autoridade de polícia. De tão esdrúxula essa interpretação, ela sequer cabe na lógica do raciocínio dos policiais e especialistas em polícia estrangeiros, tornando, para eles, muito difícil entender a estrutura policial brasileira. Na cabeça deles, os policiais (todos) são autoridades públicas encarregadas da aplicação da lei (enforcement), quer prevenindo ou reprimindo ostensivamente, quer investigando crimes, o que se constitui no ciclo completo de polícia, onde a investigação criminal é uma das especializações, executada com rapidez e objetividade.
      Um grande problema, no Brasil, quando se discute o sistema de segurança pública, é que sempre se parte de premissas fundadas na visão “bacharelesca” de autoridade policial, como se essa fosse uma verdade universal e imutável. E não é. No mundo inteiro não é assim.
      Voltando à questão do policial como autoridade pública encarregada da aplicação da lei, lembramos que o policial de rua, ao deparar-se com um fato, é a primeira autoridade a analisá-lo para decidir se trata-se de um crime, iniciando aí imediatamente os atos de persecução penal, ou se não se trata de crime, liberando as partes. De qualquer forma, desempenhando essas atividades, ele exerce, verdadeiramente, funções essenciais à justiça. Não se trata apenas do direito embasando a atividade policial, mas o fato de que a atividade policial é, verdadeiramente, o ordenamento jurídico colocado na prática.
      Que os agentes políticos, sejam administradores, legisladores ou magistrados, tenham suficiente lucidez, competência e vontade política para solucionarem, dentro das respectivas áreas de atuação, as causas da violência, sejam as bem conhecidas causas sociais, sejam as decorrentes da impunidade, e invistam na valorização do policial profissional, se é que querem realmente fazer alguma coisa séria e coerente para o combate à criminalidade.
      E que tenham disposição e coragem para enxergar o que no resto do mundo vem dando certo, por que por aqui, a dispendiosa estrutura burocrática bacharelesca da polícia judiciária não tem conseguido investigar nem três por cento das ocorrências de roubo, apenas para citar um exemplo de sua histórica ineficiência.
      CA
       
       


      --

      Bandão Decisão Colegiada Nº XX - 2015 (Proposta Redução da Maioridade Penal)



      Para conhecimento e orientação dos estudos a respeito, encaminho cópia do recente posicionamento do CONSELHO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA - CONASP, do Ministério da Justiça sobre a redução da maioridade penal.
      Abs.
      CA

      ​DECISÃO COLEGIADA Nº XX DE XX DE JUNHO DE 2015


      O CONSELHO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA -
      CONASP, órgão colegiado de natureza consultiva e deliberativa, que integra a
      estrutura básica do Ministério da Justiça, tem por finalidade, respeitadas as
      demais instâncias decisórias e as normas de organização da administração
      pública, formular e propor diretrizes para as políticas públicas voltadas à
      promoção da segurança pública, prevenção e repressão à violência e à
      criminalidade, e atuar na sua articulação e controle democrático, durante a sua
      32º reunião ordinária, por decisão submetida ao plenário dos conselheiros,
      deliberou por posicionamento contrário à proposta legislativa de redução da
      maioridade penal, pelas justificativas a seguir elencadas:
      1. O Decreto nº 7.413, de 30/12/2010, estabelece como uma das
      competências do CONASP, a realização de estudos, análise e sugestões nas
      2. A proposta do Projeto de Emenda Constitucional nº 171/1993,
      afeto à redução da maioridade penal, trará significativo impacto na Política
      3. O Projeto de Emenda Constitucional nº 171/1993, traz no seu
      bojo, graves consequências ao direito de liberdade de adolescentes em conflito
      com a lei, na mesma intensidade e vulnerabilidade do atual quadro caótico e
      enfraquecido do sistema carcerário destinado aos adultos que cometem crimes e
      se sujeitam às sanções penais do encarceramento.
      4. O Brasil não possui um quadro estatístico ideal e que proporcione
      um diagnóstico fidedigno do mapa da violência praticado por adolescentes,
      passos estes ainda para serem consolidados pelo SINASE e SINESP.
      5. A população carcerária brasileira dobrou em 10 anos, com
      aproximadamente 600.000 presos, tendo ainda um déficit de vagas que supera a
      casa de 250 mil, sendo que tais números de prisões não provocaram a redução da
      6. O adolescente não atingiu a plenitude de sua formação mental,
      sofrendo ainda fortes influências externas de ordem sócio-econômica, além do
      consumo de drogas, fatores estes que podem prejudicar ainda mais seu
      7. O país, apesar de enormes avanços sociais, possui ainda uma
      juventude que não evoluiu nos graus de escolaridade, estando ainda afastada das
      primeiras qualificações técnicas de aprendizagem, vivendo inseridas em um
      contexto de desigualdade, o que favorece o processo de cooptação criminal.
      8. O ingresso de adolescentes no sistema penitenciário possibilitará
      uma maior influência do crime organizado sobre a vida deste adolescente e toda
      sua família, podendo aumentar os números da violência externa e interna,
      oriunda dos estabelecimentos penitenciários.
      9. O Brasil tem servido de modelo na legislação infanto-juvenil para
      vários países da América Latina, entre eles, o Chile, a Colômbia e o Uruguai, os
      quais debateram e modificaram suas normas relacionadas à criança e ao
      adolescente, inclusive com revisão do tempo de internação, aumentando-os,
      porém fixando a maioridade aos 18 anos.
      10. O nosso País é signatário de vários tratados internacionais que
      fixam aos 18 anos o marco de idade penal, dentre eles, a convenção sobre os
      Direitos da Criança (ONU 1989), o retrocesso corresponderia a validação do
      fracasso desta pactuação internacional
      11. O adolescente em conflito com a lei é responsabilizado, sofre
      um processo judicial e tem contra si a aplicação de uma das medidas inseridas na
      legislação infanto-juvenil, entre as quais a Internação, a qual poderia ser
      Almir Laureano dos Santos
      Presidente do CONASP em exercício
      PLENO DO CONSELHO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA
      MINISTÉRIO DA JUSTIÇA​




















































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      quinta-feira, 25 de junho de 2015

      Reajuste Salarial da PM - Recebida cópia de ofício 3/15, proposta de reajuste salarial para a Polícia Militar do Estado de São Paulo, para o biênio 2015/2016


      Para: COMUNIDADE BARRO BRANCO

      Caro Flamma e demais amigos
      Cheguei agora de uma reunião na Escola de Bombeiros, aliás fiquei muito feliz de revê-la mais maravilhosa ainda e recebi este arquivo que dá conta do recebimento, na ALESP, de nossa pauta de reinvindicação de aumento salarial.


      ​quinta-feira, 25 de junho de 2015            Diário Oficial Poder Legislativo             São Paulo, 125 (113) – 22
      COMISSÃO DE FINANÇAS, ORÇAMENTO E PLANEJAMENTO
      ATA DA SEGUNDA REUNIÃO ORDINÁRIA DA COMISSÃO DE FINANÇAS,
      ORÇAMENTO E PLANEJAMENTO, DA PRIMEIRA SESSÃO LEGISLATIVA DA DÉCIMA
      OITAVA LEGISLATURA.
      Aos dezessete dias do mês de junho de dois mil e quinze, às catorze horas e trinta
      minutos, no Plenário Tiradentes da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo,
      realizou-se a Segunda Reunião Ordinária da Comissão de Finanças, Orçamento e
      Planejamento, da Primeira Sessão Legislativa da Décima Oitava Legislatura, sob
      presidência do Deputado Mauro Bragato.
      Presentes os Senhores Deputados Carlão Pignatari, Vaz de Lima, João Paulo
      Rillo, Teonilio Barba, Orlando Bolçone, Léo Oliveira, Paulo Correa Jr (membros
      efetivos), os Senhores Deputados Cezinha de Madureira, Roberto Engler, Orlando
      Morando e Reinaldo Alguz (membros substitutos). Ausentes, por motivo justificado, os
      Senhores Deputados Estevam Galvão e Coronel Camilo. Ausente o Senhor Deputado
      Edson Giriboni. Presente, ainda, o Senhor Deputado Barros Munhoz. Havendo
      número regimental, o Senhor Presidente declarou aberta a reunião.
      Dispensada da leitura, a ata da reunião anterior foi aprovada. A presente reunião
      foi convocada com a finalidade de:
      - Recebida cópia de ofício 3/15, da Coordenadoria das Entidades
      Representativas dos Policiais Militares do Estado de São Paulo - CERPM,
      encaminhando a proposta de reajuste salarial para a Polícia Militar do Estado de
      São Paulo, para o biênio 2015/2016 (original do ofício encaminhado à Comissão de
      Segurança Pública e Assuntos Penitenciários);​

      --
      BENEDITO DONIZETI MARQUES
      Turma Tiradentes




      --

      Marcelo Odebrecht

      Marcelo Odebrecht, a eminência parda do braziu do PT

       

      Claudio Humberto

       

      Preso ontem na 14ª fase da Operação Lava Jato, o empreiteiro Marcelo Odebrecht foi recebido mais vezes pela presidente Dilma do que a maioria dos ministros. No início do seu governo, Dilma não escondia a repulsa ao empresário, que, no entanto, amigo do ex-presidente Lula, conseguiu neutralizar resistência e foi recebido quatro vezes por Dilma, além de duas reuniões na residência do Palácio Alvorada, em 2014.

       

      Em 2012, após as reuniões no Planalto, o gasto direto do governo com a Odebrecht cresceu 10.000% ante 2011 e chegou a R$ 1,1 bilhão. A Odebrecht obteve receitas de US$ 9,5 bilhões no exterior em 2012, segundo o próprio Marcelo Odebrecht trombeteava publicamente. Os contratos da Odebrecht no exterior saltaram para US$ 22 bilhões (equivalentes a R$ 67 bilhões), boa parte financiada pelo BNDES. Marcelo Odebrecht se reuniu com Michel Temer, inclusive quando o vice virou presidente. Odebrecht foi visto também em inúmeras viagens do ex-presidente Lula a África e também o acompanhou a Cuba, onde a empresa está à frente da construção do Porto de Mariel.

       

      O último encontro de Dilma com Marcelo Odebrecht foi há menos de um mês, em 26 de maio, no hotel Intercontinental, na Cidade do México. Marcelo teve deferência especial por coordenar o encontro empresarial que Dilma prestigiou. Marcelo sempre foi próximo dos petistas. Mas, pelo porte da empreiteira, mantém bom trânsito e fez doações eleitorais a outros partidos. O mesmo ocorre com a Andrade Gutierrez.

       

      Por Ricardo Froes

       


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      Comunicado aos inativos militares - Avaliação Psicológica para porte de armas - Locais




      Em Quinta-feira, 25 de Junho de 2015 18:42, Walter Kovacs  escreveu:



      08/06/2015 -  Comunicado aos inativos militares



      Além da Divisão de Seleção e Alistamento da Diretoria de Pessoal da Polícia Militar, a partir de 27 de abril deste ano, os Núcleos de Atenção Psicossocial (NAPS) também passaram a aplicar a avaliação psicológica dos inativos militares, procedimento necessário para aquisição de arma de fogo e obtenção da Autorização de Porte de Arma de Fogo.

      Confira a relação de NAPS situados na cidade de São Paulo:
      - CPA/M-3 (denominado NAPS/M-3)
      - CPA/M-4 (denominado NAPS/M-4)
      - CPA/M-6/30º BPM/M (denominado NAPS/30M)
      - CPA/M-6/40º BPM/M (denominado NAPS/40M)
      - CPA/M-7 (denominado NAPS/M-7)
      - CPA/M-12 (denominado NAPS/M-12)
      - 5º BPM/M (denominado NAPS/5M)
       
      Confira a relação de NAPS localizados em outros municípios paulistas:
      - CPI-1 (denominado NAPS/I-1)
      - CPI-2 (denominado NAPS/I-2)
      - CPI-3 (denominado NAPS/I-3)
      - CPI-3/15º BPM/I (denominado NAPS/15I)
      - CPI-4/9º BPM/I (denominado NAPS/9I)
      - CPI-5 (denominado NAPS/I-5)
      - CPI-5/16º BPM/I (denominado NAPS/16I)
      - CPI-6 (denominado NAPS/I-6)
      - CPI-8 (denominado NAPS/I-8)
      - CPI-8/25º BPM/I (denominado NAPS/25I)
      - CPI-9 (denominado NAPS/I-9)
      - CPI-10 (denominado NAPS/I-10)


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