--
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Novo ministro da Educação responde a processo na Justiça Federal
Novo ministro da Educação responde a processo na Justiça Federal
DE BRASÍLIA
Ele responde por irregularidades identificadas pelo Ministério Público num convênio de R$ 491 mil firmado entre o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), que foi presidido por Paim, com a ONG Central Nacional Democrática, para alfabetizar jovens e adultos.
Em 2005, a ONG não havia prestado contas dos recursos recebidos num convênio firmado no ano anterior. Por isso, o Ministério Público determinou que não fossem repassados novos recursos à entidade.
Apesar da recomendação, a ONG conseguiu fechar o novo convênio e o Ministério Público apresentou a ação contra Paim e contra os dirigentes da Central Nacional Democrática.
De acordo com a assessoria do Ministério da Educação, uma falha administrativa fez com que a recomendação do Ministério Público não chegasse a Paim, por isso os recursos teriam sido liberados.
Em nota, a assessoria diz que uma apuração interna foi feita no FNDE e inocentou Paim de responsabilidade.
A nota ainda diz que o TCU (Tribunal de Contas da União), ao analisar a situação, também inocentou Paim. Por fim, alega que o processo só corre na Justiça até hoje porque os ex-dirigentes da ONG desapareceram, o que impede a conclusão do caso.
Será que não tem um para indicar. sem que seja ficha suja?
Mercadante, que era o titular da Educação, já vem despachando no Palácio do Planalto desde o início da semana passada. Ele substituirá a ministra Gleisi Hoffmann, que sairá candidata ao governo do Paraná pelo PT neste ano.
Na saída de Mercadante, MEC (Ministério da Educação) definiu em 2014 um reajuste de 8,32% no piso nacional dos professores da educação básica e causou atrito com a categoria. Paim, que era secretário-executivo do MEC, assumirá o posto deixado pelo petista.
| Fotomontagem | ||
| Da esq. para dir., novos ministros de Dilma: Aloizio Mercadante, Arthur Chioro e José Henrique Paim |
Chioro é alvo de investigação do Ministério Público de São Paulo por improbidade administrativa. Chioro afirmou que não vê "nenhuma irregularidade" em ser sócio de uma consultoria que atua na área da saúde ao mesmo tempo que ocupa o cargo de secretário municipal da Saúde em São Bernardo do Campo (SP), mas pediu afastamento da empresa e cedeu as ações para sua mulher, Roseli Regis dos Reis, que passa agora a ser a sócia majoritária.
A posse está prevista para a próxima segunda-feira (3), na parte da manhã, no Palácio do Planalto. Trata-se da primeira etapa de uma reforma ministerial que, segundo interlocutores presidenciais, deverá se encerrar até o final de fevereiro.
Cabe à presidente ainda decidir sobre o destino de outros ministérios, como Desenvolvimento, Relações Institucionais, Turismo, Integração Nacional, Desenvolvimento Agrário, Portos e Cidades. Dilma tem sofrido pressão de partidos da base, em especial do PMDB, maior sigla da coalizão, para ceder mais espaço. A barganha tem em vista apoio à presidente durante a campanha deste ano.
A presidenta Dilma Rousseff anunciou hoje mudanças no seu ministério. A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, deixarão seus cargos.
Para a chefia da Casa Civil, a presidenta indicou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. O novo ministro da Saúde será o médico Arthur Chioro. O novo ministro da Educação será José Henrique Paim Fernandes, atual secretário-executivo do Ministério.
A posse dos novos ministros será na segunda-feira, às 11 horas, no Palácio do Planalto. As transmissões ocorrerão nos seus respectivos ministérios na segunda-feira à tarde.
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
Comentários
Expresse e Opine (1185)
Marcus Leal (274)
fora corruPTos (2654)
Novo ministro da Educação responde a processo na Justiça Federal
Novo ministro da Educação responde a processo na Justiça Federal
DE BRASÍLIA
--
CERPM - Coorodenadoria das Entidades Representativas da PM de SP
--
'Lisboa e Tejo e tudo', por Maria Helena RR de Sousa
Política
'Lisboa e Tejo e tudo', por Maria Helena RR de Sousa

--
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
PT COM MEDO DA TEMPESTADE?! Vai plantando...
Já há gente no governo federal querendo culpar a Polícia Militar de São Paulo pela elevação da tensão. Aliás, a imprensa paulistana faz a mesma coisa. A gente lê os relatos e tem a impressão de que, não fossem os PMs, tudo teria se dado da melhor forma possível. Nem parece que os policiais só entraram em ação porque vândalos incendiaram um carro, depredaram ônibus, bancos, lojas…
“Ah, mas os policiais do choque estavam sem identificação”. Que se apure e se tomem as devidas providências. Atenção para o que vem agora — não justifica, mas explica e aponta para um problema sério, que terá de ter uma resposta da polícia e da sociedade.
Conversei com um policial dia desses. Ele me disse que muitos retiram a identificação porque não querem ver seus respectivos nomes circulando em filmetes feitos por provocadores. Nas suas palavras: “O nome da gente fica na Internet e é visto por todo mundo, inclusive pelos bandidos”. É um problema? É, sim.
Ou há alguma forma de um policial — que está cumprindo um dever desagradável — se sair bem reprimindo “manifestantes”? Acho que não. Bem, de junho pra cá, escrevi dezenas de textos abordando os riscos decorrentes desse processo de demonização das PMs Brasil afora. Sigamos.
É simplesmente mentira que é a reação da PM que açula esses trogloditas. “Como você sabe?” Porque tenho a história a meu favor. Voltem a junho: os três primeiros protestos — 6, 7 e 11 — em São Paulo foram notavelmente violentos, e a PM havia atuado apenas na contenção. Um policial foi praticamente linchado. A polícia só reagiu — de modo, então, meio atrapalhado — no dia 13. E aí foi o que se viu. Assim, ainda que fosse verdade que a “repressão” estimula o vandalismo, resta evidente que a não repressão também. Ou a PM fez algo de errado enquanto a manifestação seguia pacífica?
Essas coisas — ATÉ PORQUE TRATADAS COM SIMPATIA PELA IMPRENSA — têm um forte efeito imitação. Podem escrever: haverá outros protestos, e a disposição dos mascarados é partir para a briga; é enfrentar a PM. Há grupos achando que existem as precondições para reeditar junho, e isso deixa Dilma em pânico.
No momento, ela está lá se divertindo no presídio mantido por Fidel e Raúl Castro. Quando voltar, quer fazer uma reunião com seus ministros para debater a questão. “Que resposta dar?”
Pois é… Até agora, a presidente só se referiu a esses episódios com a boca entortada pelo uso do cachimbo petista. É claro que governante que vai à TV choramingar por causa de protestos só excita a fúria de seus algozes. O ponto não é esse, não! Tem de falar de “autoridade” — de autoridade democrática. E, se for o caso, deixar claro que as leis disponíveis serão aplicadas para coibir a desordem.
Ao longo de sua história, mais do que tolerar, o PT é um estimulador de “movimentos” que só existem porque transgridem as leis por princípio, com incrível determinação. É o caso do MST. É o caso dos movimentos de sem-teto, em São Paulo, que agora estão nos calcanhares dos próprios petistas. É o caso da sublevação de índios em vários pontos do país — com a colaboração da Secretaria-Geral da Presidência, de Gilberto Carvalho.
No caso dos rolezinhos, como apontei aqui muitas vezes, o PT, de novo, apelou ao perigo e passou a acusar severas maquinações racistas.
Entenderam o ponto? Embora seja um partido da ordem; embora seja uma legenda do establishment; embora esteja obrigado a se mover no espaço da legalidade, o PT não resiste à tentação de flertar com o perigo. Foram as esquerdas petistas e petizadas que tentaram conferir um rosto político aos rolezinhos — prática desmoralizada, creio, pela pesquisa Datafolha.
No caso da reedição — vamos ver se apenas episódica — das manifestações violentas contra a Copa, petistas entram em pânico, mas não dão a cara ao tapa de jeito nenhum! Alimentam, com seu discurso, a prática do vale-tudo. Na verdade, é o partido que carrega o DNA da mobilização não apenas contra a ditadura — que esta já acabou faz tempo —, mas também contra a ordem democrática. Alguma vez o partido hesitou em jogar seus “movimentos” — aqueles que Gilberto Carvalho chama “tradicionais” — contra as instituições, muito especialmente quando se trata de atacar um adversário político?
Existem os fatos, cada um deles com sua gênese, com sua cadeia de causalidades e suas consequências, e existe o tempo em que eles se dão. E esse tempo tem um espírito. E o espírito deste tempo é atropelar a legalidade — A DEMOCRÁTICA — para fazer justiça. Mas qual justiça? Ora, aquela que os donos da causa decidirem que é. Fim de papo. Então os índios fazem a justiça dos índios; o sem-terra fazem a justiça dos sem-terra; os sem-teto, a dos sem-teto; os rolezeiros, a dos rolezeiros, e os black blocs, a dos black blocs. Em todos os casos, a violência passou a ser a linguagem aceitável.
É claro que há alguma coisa muito errada quando a polícia está apanhando feito cão danado nos jornais de hoje, depois daquilo a que se assistiu no Centro de São Paulo. Calma lá! Aqueles facinorosos meteram fogo num carro com uma família de quatro pessoais ainda dentro. E daí? “Ah, mas não estamos defendendo isso; apenas atacando o despreparo da polícia, que entrou num hotel…” Aqueles que se acoitaram no estabelecimento tinham acabado de depredar uma concessionária de veículos.
Há relatos de hóspedes que ficaram acuados em seus respectivos quartos, com gente dando porrada do outro lado da porta. Aí dizem os “especialistas” nos jornais: “A polícia jamais deveria ter entrado…”. Afirmar isso a frio, com o traseiro tranquilamente posto no sofá e depois do fato, é fácil. O problema é a resposta da hora, quando vândalos que estão quebrando tudo invadem um espaço onde trabalham e se hospedam pessoas.
Olhem aqui: a história informa — e não o chute ou esfera de sensações — que a não repressão não torna menos violentos esses que vão para as ruas com a determinação de quebrar e incendiar. Isso é bobagem. O que não se tem, aí sim, é uma lei eficaz para coibir e punir esse tipo de banditismo — a não ser uma: a de Segurança Nacional, que está em vigor. Mas aí o viés ideológico não deixa. Logo alguém diz: “Imaginem usar isso juto os 50 anos do golpe”…
E é claro que pode ficar pior. Vai que os PMs se cansem dessa brincadeira e façam como uma porta-voz da corporação no Rio que explicou por que havia um monte de jovens bandidos assaltando pessoas no Centro da cidade, sem interferência dos policiais. Segundo ela, aquele não era um caso de segurança, mas social e de saúde.
Quem se dá mal com aqueles marginais nas ruas? Os pobres honestos que circulam por lá e são roubados todos os dias. Imaginem se a PM de São Paulo decide que protestos contra a Copa são políticos — e, pois, fora de sua alçada…
A Copa está chegando. Falta muito pouco. Dilma precisa decidir se investe na ordem ou se ela própria e seus ministros, muito especialmente Gilberto Carvalho, continuarão a dar piscadelas para a baderna.
Uma coisa é certa: os heróis da porrada, adorados pela imprensa — por causa de seu viés esquerdista, não o contrário —, estão de volta. Vento aqui, vento lá, vento acolá… Se planta, tende a colher.
--
Entrevista na TV Cultura SP - Dia 3 Fev Romeu Tuma Jr fala sobre Assassinato de Reputações
No próximo dia 3 de fevereiro, o Programa Roda Viva, na TV Cultura, agora sob a coordenação do jornalista Augusto Nunes, entrevistará o Romeu Tuma Jr, autor do livro "Assassinato de Reputações - um crime de Estado".Acontece um fenômeno interessante com esse livro: é o primeiro em vendas nas livrarias há várias semanas e com exceção da Revista Veja ninguém fala dele. Nem o grandioso ex-presidente Lula, apresentado como informante do DOPS pelo testemunho pessoal do autor se manifesta. Tinha a obrigação de processar o autor por injúria, calúnia, difamação e sei lá mais o que, mas nem toca no assunto. O que é mais triste: a imprensa também não toca, por isso imagino as pressões que o Augusto deve estar sofrendo desde já para não fazer essa entrevista.ARB
O "X" DA QUESTÃO - Marcha da Família - dia 22 de Março - Divulgue e Participe
A Maior Lavanderia do Mundo
TUMA JUNIOR DIZ QUE RELAÇÃO JBS FRIBOI COM OS GOVERNOS DO PT É A MAIOR “LAVANDERIA DA HISTÓRIA DA AMÉRICA LATINA”.
Mais
uma denúncia quente do delegado de polícia e ex-secretário nacional de
justiça do Governo Lula, Romeu Tuma Junior, esquenta o debate político no
Brasil em 2014.
Depois
de desnudar o PT através do livro Bomba, Assassinato de Reputações,
Tuminha entrou de sola nos governos do PT ao tratar das eleições deste
ano.
Ao
responder na rede social Twitter ao engenheiro civil e professor da
Universidade Federal do Paraná, Ossami Sakamori, Tuma Junior levantou a
bola para um assunto de extrema gravidade.
O
professor Osssami Sakamori trouxe a Tuma Junior a informação da gigantesca
dívida do grupo empresarial JBS Friboi com o BNDES, que beira a R$ 30
bilhões, sendo que a empresa vale apenas R$ 8 bilhões. Leia mais
aqui.
A
coisa engrossou quando o professor da Universidade do Paraná informou a
Tuma Junior que o Grupo JBS Friboi bancará a campanha de Dilma Rousseff
(PT) em 2014. O ex-secretário nacional de justiça do governo Lula, um
homem dos mais bem informados da república, bateu pesado ao responder
Ossami Sakamori.
Tuminha
garante que quando tudo vier à tona quanto a relação JBS Friboi e Governos
do PT, o Brasil verá o aquilo que ele diz ser “A MAIOR LAVANDERIA DA
HISTÓRIA DA AMÉRICA LATINA".....
Fonte: .canalgama | ||
|
|
domingo, 19 de janeiro de 2014
JBS/Friboi deverá financiar Dilma 2014.
O Golpe continua - atenção.

Sou de São Luís - Maranhão, ligaram hoje para o meu pai militar aposentado do exército, tentando aplicar o mesmo golpe! A nossa sorte foi que eu coloquei o nº 08007736026 no Google e tive acesso ao depoimento de todos vocês, antes que o meu pai efetuasse o depósito, por isso é importante denunciarmos para que outras pessoas não sejam vítimas desses ordinários desocupados!
--
Promotoria critica conclusões sobre ação de PMs que feriu rapaz
feriu-rapaz.shtmlPromotoria critica conclusões sobre ação de PMs que feriu rapazDE SÃO PAULO 28/01/2014 19h23 PUBLICIDADE O Ministério Público de São Paulo divulgou uma nota na noite desta terça-feira afirmando que "não cabe a nenhum outro órgão ou instituição o exame prematuro" da ação policial que deixou um rapaz de 22 anos baleado após um protesto no último sábado (25).Sem citar nomes de instituições ou pessoas, a nota afirma que "compete privativamente ao Ministério Público, titular exclusivo da ação penal pública, nos termos da Constituição Federal, promover o enquadramento da conduta dos policiais militares envolvidos". Fabrício Nunes Fonseca Mendonça Chaves foi alvo de três tiros, disparados por dois PMs, na esquina das ruas Sabará e Piauí, em Higienópolis, logo após o ato que acabou em vandalismo, com agências bancárias, lojas depredadas e um carro incendiado.
Na segunda-feira (27), O secretário da Segurança Pública, Fernando Grella, saiu em defesa dos PMs envolvidos no caso e disse que o rapaz não era manifestante, mas sim um agressor. Para ele, os PMs foram agredidos e reagiram. "As imagens [gravadas por câmeras da rua] que me foram mostradas são de uma agressão que, em tese, justificaria a legítima defesa", disse. "Não acho que são manifestantes quem anda com estilete, com materiais supostamente explosivos, com bolinhas de gudes, e outros instrumentos que servem muito mais para agressão." O comandante geral da Polícia Militar, Benedito Meira, também saiu em defesa dos policiais e disse que a versão apresentada por eles é compatível com as imagens gravadas. A conduta deles, porém, é investigada pela Corregedoria da corporação. "Os PMs foram ouvidos pela Corregedoria separadamente. Se houvesse incompatibilidade, teríamos identificado e o delegado também teria autuado os PMs em flagrante", disse àFolha. Já o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, foi cauteloso ao comentar o caso. "Ninguém pode fazer pré-julgamento. Se houver violência [policial], tem de haver punição, para isso existe apuração", afirmou. Cardoso disse que acompanha as manifestações. "Defendemos a liberdade de manifestação, mas não podemos aceitar vandalismo". ![]() | |
--
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Futuro do PT
|
Diamantina, Interior de Minas Gerais, 1914.
O jovem 'Juscelino Kubitschek', de 12 anos, ganha seu primeiro par de sapatos.
Passou fome. Jurou estudar e ser alguém. Com inúmeras dificuldades, concluiu o curso de Medicina e se especializou em Paris. Como Presidente, modernizou o Brasil. Legou um rol impressionante de obras e; humilde e obstinado, era (E AINDA É) querido por todos. |
Brasília, 2003.
Lula assume a presidência. Arrogante, se vangloria de não haver estudado.
Acha bobagem falar inglês. 'Tenho diploma da vida', afirma. E para ele basta. Meses depois, diz que 'ler é um hábito chato'.
Quando era 'sindicalista', percebeu que poderia ganhar sem estudar e sem trabalhar - sua meta até hoje.
|
|
Londres, 1940.
Os bombardeios são diários, e uma invasão aeronaval nazista é iminente.
O primeiro-ministro W. Churchill pede ao rei George VI que vá para o Canadá.
Tranquilo, o rei avisa que não vai.
Churchill insiste: então que, ao menos, vá a
rainha com as filhas. Elas não aceitam e a filha entra no exército
britânico; como 'Tenente-Enfermeira', e, sua função é recolher feridos
nos bombardeios.
Hoje ela é a 'Rainha Elizabeth II'.
|
Brasília, 2005.
A primeira-dama (? que nada faz para justificar o título) Marisa Letícia, requer 'cidadania italiana' - e consegue.
Explica, candidamente, que quer 'um futuro melhor para seus filhos'.
E O FUTURO DOS NOSSOS FILHOS, CIDADÃOS E TRABALHADORES BRASILEIROS?
|
|
Washington, 1974.
A imprensa americana descobre que o
presidente Richard Nixon está envolvido até o pescoço no caso Watergate.
Ele nega, mas jornais e o Congresso o encostam contra a parede, e ele
acaba confessando.
Renuncia nesse mesmo ano, pedindo desculpas ao povo. |
Brasília, 2005.
Flagrado no maior escândalo de corrupção da
história do País, e tentando disfarçar o desvio de dinheiro público em
caixa 2, Lula é instado a se explicar.
Ante as muitas provas, Lula repete o 'eu não sabia de nada', e ainda acusa a imprensa de persegui-lo. Disse que foi 'traído', mas não conta por quem. |
|
Londres, 2001.
O filho mais velho do primeiro-ministro Tony Blair é detido, embriagado, pela polícia.
Sem saber quem ele é, avisam que vão ligar para seu pai buscá-lo. Com medo de envolver o pai num escândalo, o adolescente dá um nome falso. A polícia descobre e chama Blair,' que vai sozinho à delegacia buscar o filho'. Pediu desculpas ao povo pelos erros do filho. |
Brasília, 2005.
O
filho mais velho de Lula é descoberto recebendo R$ 5 milhões de uma
empresa, financiada com dinheiro público. Alega que recebeu a fortuna
vendendo sua empresa, de fundo de quintal, que não valia nem um décimo
disso.
O pai, raivoso, o defende e diz que não admite que envolvam seu 'filhinho nessa sujeira'? ? ?
|
|
Nova Délhi, 2003.
O primeiro-ministro indiano pretende comprar um avião novo para suas viagens.
Adquire um excelente, brasileiríssimo 'EMB-195', da 'Embraer', por US$ 10 milhões.
|
Brasília, 2003.
Lula quer um avião novo para a presidência. Fabricado no Brasil não serve.
Quer um dos caros, de um consórcio franco-alemão. Gasta US$ 57 milhões e, AINDA, manda decorar a aeronave de luxo nos EUA. 'DO BRASIL NÃO SERVE'. |

Dívida pública federal atinge recorde de R$ 2,12 trilhões
Dívida pública federal atinge recorde de R$ 2,12 trilhões
SOFIA FERNANDES
DE BRASÍLIA
A dívida pública federal —a soma dos endividamentos interno e externo do governo— cresceu 5,7% em 2013, atingindo o valor recorde de R$ 2,12 trilhões.
O crescimento da dívida ficou dentro dos parâmetros traçados no PAF (Plano Anual de Financiamento) para o ano, que previa um valor entre R$ 2,1 trilhões e R$ 2,24 trilhões. Em dezembro, houve uma emissão líquida da dívida pública de R$ 31,53 bilhões.
Ao vivo: acompanhe o mercado financeiro no liveblog do Folhainvest
Segundo o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, 2013 foi um ano de turbulência internacional, com muitos eventos importantes, como a mudança estrutural da taxa de juros dos Estados Unidos, mas que o Tesouro teve um "resultado excepcional" do ponto de vista de gerenciamento de dívida.
Para 2014, o Tesouro Nacional estima que o endividamento público ficará entre R$2,12 trilhões e R$ 2,32 trilhões.
--

