segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Em Miami, Joaquim Barbosa tira foto ao lado de bandido procurado pela polícia brasileira

Parece mesmo montagem. Um abbiente é claro e o outro escuro
Vejam os comentários no Blog original Limpinho & cheiroso.:

5 Respostas para “Em Miami, Joaquim Barbosa tira foto ao lado de bandido procurado pela polícia brasileira”

  1. Baby Siqueira Abrão Disse:
    02/02/2014 às 23:20 | Resposta
    Se a foto for a que ilustra estes textos, ela só prova até onde pode ir o criminoso Mahfuz. A foto é fake, montagem de programinha fuleiro que fica a dever tudo ao Photoshop. Os dois não estão juntos num único lugar; foram unidos pela montagem, e basta olhar para ombros e corpos de ambos, no centro da imagem, para perceber isso. Não precisamos de mentiras para mostrar que JB envergonha a nação.
  2. rubem Disse:
    02/02/2014 às 23:29 | Resposta
    Parece uma montagem. Gostaria muito que a foto fosse verdadeira, assim ficaria bem clara as relações desse senhor com os bandidos…
  3. Hell Back Disse:
    03/02/2014 às 0:58 | Resposta
    Joaquim Barbosa com um bandido em Miami? É verdade isso? Caramba! A que ponto chegamos!
  4. pintobasto Disse:
    03/02/2014 às 2:41 | Resposta
    De fato essa foto não tem assim tanto valor depreciativo na trajetória do Quinzão. Existem muitas outras fotos que mostram ele em confraternização com impulsionadores na carreira de imperador do Brasil medieval.



CARÍSSIMO IRMÃO, COMPANHEIRO E MODERADOR
QUERO CRER QUE OBSERVANDO COM CUIDADO A FOTO, DÁ PARA SUSPEITAR QUE SE TRATA DE UMA MONTAGEM FOTOGRÁFICA. NÃO SOU UM PERITO, APENAS UM OBSERVADOR.
UM ABRAÇO FRATERNO DO AMIGO E ADMIRADOR
GUIMARÃES
CAP PM VETERANO





02/02/2014
Joaquim_Barbosa179A_Mahfuz
Circula nas redes sociais imagem do presidente do Supremo Tribunal Federal ao lado Antônio Mahfuz, em Miami. O empresário é réu em 221 processos e fugiu do Brasil há 15 anos para não ser preso. Na internet, Delúbio Soares deu retweet num post com a seguinte mensagem: “Antônio Mahfuz: 221 processos, prisão decretada, foragido do Brasil. Em Miami, com Joaquim Barbosa, num bar.”
Via Brasil 247
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, se envolveu em mais uma polêmica. Ainda sem conseguir justificar as 11 diárias financiadas pela Corte em suas férias na Europa, circula atualmente na internet uma imagem em que o magistrado aparece em Miami ao lado de um foragido da Justiça brasileira.
Barbosa aparece com Antônio Mahfuz em imagem postada Em seu Facebook, com a legenda: “Sob a mesma luz que guiava os peregrinos no deserto! Renasce a esperança com o Justiceiro. Thanks God!”.
Segundo Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, “não haveria problema nenhum não fosse Mahfuz a chamada chave de cadeia. Ele fugiu do Brasil, há 15 anos, e deixou atrás de si copiosos calotes. Uma contabilidade recente coloca Mahfuz como réu em 221 processos”.
O colunista lembra que foi exatamente para escapar da cadeia que ele se refugiou na Flórida, “onde sabemos que JB comprou um apartamento em nome de uma empresa imaginária, para não pagar imposto”.
Mahfuz foi processado pelo seu principal credor, o Banco Chase Manhattan e por suas irmãs, sob a acusação de ter falsificado a assinatura do pai numa procuração que lhe dava poderes para administrar os negócios do patriarca, Elias Mahfuz, um imigrante sírio que montou do nada um patrimônio respeitável no interior de São Paulo.
Segundo Nogueira, seja qual for a origem da confraternização de Mahfuz e Joaquim Barbosa, está claro que ele deve uma satisfação aos brasileiros (leia abaixo texto de Paulo Nogueira em seu Diário do Centro do Mundo).
Condenado na AP 470, Delúbio Soares repercutiu a foto no Twitter com o post: “Antônio Mahfuz: 221 processos, prisão decretada, foragido do Brasil. Em Miami, com Joaquim Barbosa, num bar.”
***
Joaquim_Barbosa180_Mahfuz
Joaquim Barbosa deve satisfações pela foto com um foragido
Paulo Nogueira
Circula hoje [1º/2] pela internet uma foto que é um embaraço – mais um numa longa série – para Joaquim Barbosa.
Nela, JB aparece confraternizando, nos Estados Unidos, com um homem que parece um a mais na multidão.
Mas não é.
Ao lado de JB está Antônio Mahfuz, que os amigos chamam de Toni ou Toninho. A foto foi postada por Mahfuz em seu Facebook, e nela ele saúda o “justiceiro” JB.
Não haveria problema nenhum não fosse Mahfuz a chamada chave de cadeia. Ele fugiu do Brasil, há 15 anos, e deixou atrás de si copiosos calotes. Uma contabilidade recente coloca Mahfuz como réu em 221 processos.
Foi exatamente para escapar da cadeia que ele se refugiou na Flórida, numa cidade chamada Hollywood, perto de Miami. Miami, sabemos, é onde JB comprou um apartamento em nome de uma empresa imaginária, para não pagar imposto.
Quando fugiu, a sentença de prisão de Mahfuz estava decretada, por conta do processo movido contra ele pelo seu principal credor, o banco Chase Manhattan.
Dono de uma rede de lojas nascida na região de Rio Preto, em São Paulo, e depois expandida para outras partes, Mahfuz deu em garantia para empréstimos bens.
Ele não honrou as dívidas, e o banco, quando o executou, simplesmente não encontrou os bens penhorados. Ele foi decretado pela justiça “depositário infiel”. Quando sua prisão foi pedida, ele foi para os Estados Unidos.
Deixou no Brasil as dívidas, e uma situação judicial extraordinariamente complicada.
Suas irmãs o estão processando sob a acusação de que ele falsificou a assinatura do pai numa procuração que lhe dava poderes para administrar os negócios do patriarca, Elias Mahfuz, um imigrante sírio que montou do nada um patrimônio respeitável no interior de São Paulo.
Um perito contratado por elas atestou que a assinatura no documento que investe Antônio Mahfuz não “partiu do punho” do pai. Um site da região conta com detalhes essa história.
Elas querem que todos os negócios realizados a partir da procuração sejam anulados. Seria a maneira de recuperaram a herança paterna que o irmão fez desaparecer.
É ao lado de Mahfuz, com esta folha corrida, que JB aparece na foto.
Tudo bem?
Não, evidentemente. Na hipótese mais benevolente, JB estava em algum lugar quando foi abordado por alguém que o reconheceu, e para quem ele é um herói.
Na pior, ele conhece Mahfuz, o que criaria um conflito ético profundo.
Num mundo menos imperfeito juízes não teriam amigos, porque isso pode afetar suas sentenças, mas vivemos num país em que Merval Pereira se abraça sem cerimônia com magistrados como Ayres Britto e Gilmar Mendes, com todas as partes aparentemente sem noção da gravidade dos abraços.
Seja qual for a origem da confraternização de Mahfuz e Joaquim Barbosa, está claro que JB deve uma satisfação aos brasileiros.
***
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Joaquim Barbosa, o fora da Lei, utiliza imóvel do STF com sede de sua empresa
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Joaquim Barbosa e os benefícios fiscais de seu imóvel em Miami
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Apartamento de Joaquim Barbosa em Miami custou US$10,00
Sócio em offshore nos EUA, Joaquim Barbosa viola estatuto do servidor no Brasil
Joaquim Barbosa, o menino pobre que mudou o Brasil, compra apartamento milionário em Miami
Joaquim Barbosa condenaria eventual réu Barbosa
O laconismo da Uerj e a aliança entre Joaquim Barbosa e Jair Bolsonaro
A relação entre Joaquim Barbosa e a Uerj
O super-herói Joaquim Barbosa recebeu R$700 mil da Uerj sem trabalhar e quer retroativos
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O herói da mídia Joaquim Barbosa voa para ver o jogo do Brasil com dinheiro público
A Globo e Joaquim Barbosa são um caso indefensável de conflito de interesses
Joaquim Barbosa embolsou R$580 mil em auxílios atrasados
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O ético Joaquim Barbosa, o herói da mídia, usou passagens do STF quando estava de licença
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STF paga viagem de jornalista de “O Globo”
Quando a máfia midiática promove julgamentos
Ação Penal 470: Celso de Mello pediu para votar, mas Barbosa fez chicana
Paulo Moreira Leite: Vergonha no STF
Fenajufe: Joaquim Barbosa tem a mania de perseguir seus adversários políticos
Mais do mesmo: Agora o alvo é o Lula
Bater em mulher é covardia: Quando Joaquim Barbosa não era herói da mídia





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Perto de Barbosa, vice da Câmara faz gesto que marcou prisão de petistas

Perto de Barbosa, vice da Câmara faz gesto que marcou prisão de petistas

03/02/2014  18h47
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Na presença do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa, o vice-presidente da Câmara, André Vargas (PT-PR), repetiu nesta segunda-feira (3) o gesto que marcou a prisão dos petistas condenados no julgamento do mensalão.

Por mais de duas vezes, Vargas ergueu o punho cerrado. Um dos momentos foi quando Barbosa se retirou da cerimônia de reabertura dos trabalhos do Congresso para ir ao banheiro.

Ao se entregarem à Polícia Federal para cumprirem a prisão, o ex-presidente do PT José Genoino e o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil) ergueram o punho. O gesto foi inclusive reproduzido por petistas nas redes sociais.

Sérgio Lima/Folhapress
Joaquim Barbosa passa pelo deputado André Vargas (PT-PR), vice-presidente da Câmara dos Deputados
Joaquim Barbosa passa pelo deputado André Vargas (PT-PR), vice-presidente da Câmara dos Deputados

Vargas é um dos principais críticos do julgamento do mensalão. No ano passado, ele inclusive atuou na manobra que tentou evitar a abertura de um processo de cassação de Genoino pela prisão do mensalão, que acabou levando a sua renúncia.

Vargas reiteradamente sustenta a tese do PT de que não houve compra de apoio político no Congresso nos primeiros anos do governo Lula, mas apenas crime eleitoral, com caixa dois.

O vice da Câmara admitiu a provocação a Barbosa. "Muitos cumprimentam com positivo, sinal de vitória. No PT, é tradicional cumprimentar com L do Lula e a gente tem se cumprimentado assim [punho erguido]. Foi o símbolo de reação dos nossos companheiros que foram injustamente condenados. O ministro está na nossa Casa. Na verdade, ele é um visitante, tem nosso respeito, mas estamos bastante à vontade para cumprimentar do jeito que a gente achar que deve", disse.

Sentado ao lado de Barbosa, Vargas disse que não "teve o prazer" de conversa com ele. O petista disse ainda que durante os discursos o presidente do STF ficou entretido mexendo com o celular.

Eduardo Knapp/Daniel Guimarães/Folhapress
José Dirceu e José Genoino, quando se apresentaram à superintendência da Polícia Federal
José Dirceu e José Genoino, quando se apresentaram à superintendência da Polícia Federal

PRISÃO

Condenado no julgamento do mensalão, o deputado João Paulo Cunha (PT-SP) ainda não foi visto no plenário da Câmara, onde ocorre a cerimônia. No início da tarde, ele almoçou com militantes que estão acampados em frente ao prédio do Supremo.

Barbosa disse que o mandado de prisão do petista não será expedido nesta segunda-feira. O processo dele foi encerrado no dia 6 de setembro. João Paulo aguarda uma definição do Supremo sobre o início de sua prisão. 


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O SANTINHO DA MAMÃE




Está no meu facebook:

TEM MÃE / PAI QUE É CEGO!

O BONZINHO DA MAMÃE Aquele que a PM precisou atirar nas últimas manifestações!!! A família do Fabrício Proteus diz que ele é somente um manifestante, que não participa de grupo radical nenhum e que o estilete é porque ele é estoquista. Pois bem, seu perfil no Facebook mostra outro Fabrício (talvez a família não conheça este Fabrício). Vejam só, ele participa de 08 grupos radicais, sendo assumidamente um Blackbocks, mas não é isto que chama mais a atenção, ele também participa de dois grupos que pregam o terrorismo (um com página em árabe e outro que idolatra Bin Laden). Mas, o que chama mais a atenção, e ai pode estar a justificativa para o que ocorreu no sábado é que ele participa de um grupo de ULTRAS, chamado ACAB, que significa em português: todos os policiais são bastardos, e que prega o seguinte: Morte a você nós somos hooligans. Não perdoar, Não esquecer, Sem paz. O grupo prega claramente a AGRESSÃO A POLICIAIS. Será que os Direitos Humanos ainda vão achar que houve excesso da Policia Militar??? Perfil do menininho da mamãe: https://www.facebook.com/fabricio.proteus/likes Segue abaixo os links de todas as páginas radicais que ele participa: ☛Pichadores de rua https://www.facebook.com/RuasDeSp?ref=profilehttps://www.facebook.com/Artenaruasp?ref=profile ☛Tirinhas sem falso moralismo e sem jesus no coraçãohttps://www.facebook.com/BloodyBrothersBlog?ref=profile ☛Fanfarra do M.A.L.: Fanfarra do Movimento Autônomo Libertário.https://www.facebook.com/FanfarraDoMal?ref=profile ☛jornal que prega ações de destruição https://www.facebook.com/jornalzonadeconflito?ref=profile ☛Página escrita em árabe, que prega o terrorismohttps://www.facebook.com/Artofresistance2012?ref=profile ☛Página que prega resistência contra a sociedade capitalistahttps://www.facebook.com/.../Osama-bin.../136607979748088... ☛Página de Ultras - A.C.A.B. - ULTRAS - THE WAY OF LIFE - ACAB significa, "All Cop[per]s Are Bastards (todos os policiais são bastardos). Lema: Death to you.. we are hooligans *No forgive *NO forget *NO peacehttps://www.facebook.com/THE.Acabist?ref=profile ☛Página que se denomina GERAÇÃO MOLOTOV e que diz: O governo está nos atacando, mas revidaremos de tal forma que eles se arrependerão do que estão fazendo! LUTAR! CRIAR! PODER! POPULAR! https://www.facebook.com/BlackBlocSPFaseII?ref=profile

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domingo, 2 de fevereiro de 2014

BILLINGS e a USINA HIDRELÉTRICA DE CUBATÃO



 Uma informação interessante, sobre uma das obras mais importante da engenharia realizada no Brasil.

 BILLINGS e a USINA HIDRELÉTRICA DE CUBATÃO

A Empresa Canadense LIGTH obteve a concessão por 50 anos para explorar a energia elétrica e o transporte público de bondes  da cidade de São Paulo. Trouxe engenheiro americano Billings que vislumbrou e, depois, construiu a Usina sem a necessidade de fazer enormes barragens como Itraipu, Belo Monte, Tucuruí, pois aproveitou a queda de água descendo a Serra do Mar - por 720 metros - até Cubatão onde estão os geradores empurrados por essa água da Billings, Guarapiranga, Pinheiros e Tietê.
                                            Luiz Carlos Casemiro
A curiosa história do Engenheiro Billings,
o homem que fez os rios correrem ao contrário,
e mudou para sempre a cidade de São Paulo.
OBS: Se fosse hoje, o IBAMA e o Governo não deixariam fazer esta obra.
 
Engenheiro Billings,
O homem que mudou São Paulo
Capa de uma revista em quadrinhos com a história de sua vida, publicada em 1962
No caminho entre o litoral paulista e a cidade de São Paulo,
uma série de tubulações que se erguem pelo gigantesco
paredão rochoso da Serra do Mar chamam a atenção.
 
As tubulações da Usina de Cubatão (Henry Borden)
São as tubulações externas da "Usina de Cubatão" (Usina Henry Borden),
uma das mais excepcionais obras da engenharia brasileira,
fruto da criatividade e excelência técnica de um engenheiro
que poderia ser classificado como um dos mais brilhantes que já passaram por nossas terras:
Asa White Kenney Billings.
Porém, conhecendo um pouco melhor a história desta octogenária obra-prima,
você perceberá que as tubulações que desafiam a serra do mar são meros coadjuvantes nesta história...
 
Rua Líbero Badaró em foto de 1922
Ano em que Billings chegou ao Brasil
Billings, um norte americano de Omaha, nascido em 8 de fevereiro de 1876,
chegou ao Brasil em fevereiro de 1922 como engenheiro da Light,
a empresa canadense responsável pelo fornecimento de energia elétrica da cidade de São Paulo,
pensando em ficar alguns poucos meses. Naquela época, o rápido crescimento da cidade,
que começava a dar sinais de industrialização, já apontava um aumento significativo da demanda por energia elétrica.
 
A Light até hoje fornece energia elétrica para o Rio de Janeiro
Obcecado pela ideia de criar uma maneira de gerar energia de forma eficiente,
aproveitando a geografia da cidade, teve uma ideia:
Por que não usar a queda abrupta de mais de 700 metros do planalto paulista para gerar energia elétrica ?
 
O Sistema idealizado por Billings
Reverter as águas do Rio Pinheiros, e depois lançá-las montanha abaixo, gerando energia elétrica.
A ideia era genial, mas ainda existia um enorme problema:
a topografia da cidade fazia com que os rios que nasciam próximos à Serra do Mar,
como o Tietê e o Pinheiros, corressem em direção ao centro do estado, e não para o litoral.
O que tinha sido uma enorme vantagem para os Bandeirantes,
que usaram os rios para explorar os rincões do Brasil, tornava-se um empecilho para as ideias de Billings.
 
"Piscina" em pleno Rio Pinheiros
Mas a perseverança e criatividade do engenheiro americano não tinham limites,
e novamente ele teve uma ideia que a princípio mostrava-se absurda:
Se os rios não correm para a Serra do Mar, por que não reverter seu curso através de estações elevatórias,
formando um reservatório que permita a geração de energia ?
 
Pelo sistema de Billings, a energia gasta para elevar as águas do Pinheiros até a Serra do Mar
é recuperada plenamente pela Usina Hidrelétrica
Os estudos mostraram que a reversão de toda a bacia do Tietê não seria factível,
mas aplicar a ideia de Billings até a confluência entre os Rios Pinheiros e Tietê seria possível.
Desta forma, o Rio Pinheiros seria transformado em um canal desde sua foz até a estação de bombeamento da Traição,
que elevaria as águas em cerca de 5 metros , conduzindo-as até a base de uma represa que seria construída nos arredores de Santo Amaro,
de onde seriam bombeadas até o Reservatório do Rio Grande, a ser formado por esta barragem.
As águas seriam conduzidas às turbinas através de tubulações que desceriam a Serra.
O maciço da Serra do Mar, que tantos obstáculos havia criado para a colonização do planalto, seria finalmente utilizado a favor dos paulistas.
 
Confluência dos Rios Pinheiros e Tietê, década de 20
 
O Rio Pinheiros, antes da retificação coordenada por Billings
À época, o Rio Pinheiros tinha um trajeto sinuoso, formando uma grande várzea inundável,
cujos habitantes sofriam com frequentes inundações.
O plano de Billings ainda teria a tarefa adicional de aumentar a eficiência do canal
que levaria as águas para o reservatório retificando o curso do rio, que traria um efeito colateral interessante:
acabar com as enchentes da região.
 
A Barragem do Rio Grande depois foi expandida, e desde 1949 é chamada de Represa Billings
 
Barragem do Rio das Pedras,
onde é possível ver onde termina o planalto e começa o paredão da Serra do Mar
 
Casa das Vávulas da Usina de Cubatão, no alto da Serra
Vista espetacular da Baixada Santista
Em 1927 tiveram início as obras da Usina Hidrelétrica de Cubatão,
a barragem do Rio Grande (que depois foi expandida e ganhou o nome de Represa Billings)
e o deslocamento da antiga Estrada Rio-São Paulo, que passava exatamente por uma área que seria submersa.
 
Fotos da Usina de Cubatão (Henry Borden) durante sua construção
 
Barragem Rio das Pedras, 1929
Aqui o nível do Reservatório é controlado, e quando sobe muito é jogado serra abaixo até o Rio Cubatão
 
Casa das Válvulas no alto da Serra
 
Vista das tubulações externas durante a construção da Usina
Depois de problemas de atrasos nas obras durante o período iniciado a partir da Revolução de 32,
a retificação do canal do Rio Pinheiros e as estações elevatórias em seu percurso foram concluídas em 1944,
acabando com as grandes inundações que ocorriam em suas margens durante séculos
(depois, com a impermeabilização do solo, as inundações voltaram, mas esta é outra história...)
 
Usina Elevatória da Traição, ao lado das avenidas dos Bandeirantes e Luis Carlos Berrini.
quando em funcionamento, eleva em 5 metros as águas do Pinheiros
http://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_Elevat%C3%B3ria_de_Trai%C3%A7%C3%A3o 
 
Interior da "Usina da Traição"
Com o sistema em pleno funcionamento, a Usina de Cubatão mostrou-se um sucesso acima das expectativas,
pois sua queda de 720 metros e o uso das turbinas Pelton, otimizadas para uso com pouco volume de água,
mas com alta queda, tornaram-na uma das mais eficientes do mundo.
 
Turbina Pelton
Apropriada para pouco volume de água com alta pressão
http://en.wikipedia.org/wiki/Pelton_wheel 
 
Turbina Pelton usada em Cubatão entre 1926 e 1975
O reconhecimento mundial do trabalho de Billings veio em 1936,
quando a "Institution of Civil Engineers" de Londres convidou-o a apresentar um relatório sobre o trabalho feito no Brasil,
especialmente em São Paulo.
O documento "Water-Power in Brazil" tornou-se um clássico no assunto,
com leitura recomendada nas Escolas de engenharia de todo o mundo.
Seu nome é uma constante na lista dos maiores engenheiros do séc. XX.
 
Ordem do Cruzeiro do Sul
Pelos serviços prestados ao país, Billings a recebeu em 1946
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_Nacional_do_Cruzeiro_do_Sul 
Durante o período em que Billings esteve no Brasil, entre 1922 e 1949,
a geração de energia em São Paulo aumentou de 90 mil quilowatts para mais de 500 mil quilowatts.
. Ilustração mostrando a Usina Subterrânea de Cubatão (Usina Henry Borden)
Construída depois da época de Billings, mas mesmo assim uma obra fantástica
Escavada na rocha, é resistente a bombardeios de qualquer tipo
Depois da aposentadoria de Billings, foi construída outra obra fantástica,
uma segunda usina subterrânea ao lado da Usina de Cubatão, totalmente escavada na rocha,
com os mesmos 720 metros de queda e turbinas Pelton, aumentando a capacidade de geração de energia para 800 mil quilowatts.
 
Entrada da Usina Subterrânea
 
Interior da usina subterrânea
Além da geração de energia, a Represa Billings tornou-se um dos principais mananciais da região metropolitana de São Paulo.
Infelizmente, na década de 80, a poluição das águas do Pinheiros estava tornando as águas da Represa Billings impraticáveis para consumo humano,
e o bombeamento foi interrompido. Com isto, hoje a Usina de Cubatão continua na ativa, mas opera com apenas 1/4 de sua capacidade.

 
Capivaras à beira do Rio Pinheiros
A poluição é tão alta que a água deixou de ser bombeada para a Represa Billings
Billings faleceu em sua residência na cidade californiana de La Jolla ,
em 3 de Novembro de 1949, poucos meses depois de ter se aposentado,
deixando aquela que foi sua verdadeira pátria, por quem trabalhou incansavelmente.
  
Da próxima vez que estiver dirigindo pela Marginal Pinheiros, apreciando as margens agora um pouco mais limpas da Billings,
fazendo compras nos Shoppings paulistas na região do Brooklin ,
ou melhor, ao acender uma lâmpada ou beber um copo de água,
lembre-se que foi um perseverante e criativo engenheiro americano o responsável
por algumas das mais importantes intervenções já realizadas na maior metrópole sul-americana.
 

                        

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"DÊ A QUEM VOCÊ AMA: ASAS PARA VOAR, RAÍZES PARA VOLTAR, E MOTIVOS PARA FICAR"
Dalai Lama





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Pesadelo




Pesadelo
José Geraldo Pimentel
Este texto é um desabafo.
Tenho tido pesadelos horríveis, sempre sendo abordado por marginais que querem me atacar, e eu me defendo dando socos e pontas-pés. Estes pesadelos já me tiraram da cama várias vezes. Este ano de 2013, três vezes, pelo menos. Da última vez cai de ponta cabeça no assoalho, causando-me profunda irritação no couro cabeludo. Dor e queimação!
Um novo tipo de pesadelo vem acontecendo, desta feita, em plena luz do dia, acordado. É que só em imaginar o esquecimento e falta de amparo que estão vivendo os nossos bravos guerreiros que cumpriram ordens superiores para cessar a ação nefasta de um bando de terroristas e guerrilheiros que infernizavam o país, assaltando bancos e unidades militares, sequestrando embaixadores, assassinando pessoas, justiçando, inclusive, seus próprios comparsas que se insinuavam deixar o bando, e praticando atos terroristas em guarita de quartel e aeroporto civil, causa-me profunda revolta.
Eu não teria estrutura para receber tanta ingratidão das autoridades militares e o desdém de meus colegas de farda.
É nessas ocasiões que cresce na alma a fúria dos justos e transforma uma pessoa boa, em um criminoso. Nos meus pesadelos eu vejo a Comissão Nacional da Verdade terminar seu trabalho, por sinal parcial, pois que só procura esclarecer um lado dos fatos, deixando de fora os militantes da luta armada, e fazer um relatório em que pede ao Congresso Nacional que reveja a Lei da Anistia.
O objetivo do governo comuno-petista é levar ao banco dos réus os militares e policiais civis e militares, - denominados agentes do Estado, - e condená-los a longas penas, inclusive, a prisões perpétuas. A Argentina está dando o exemplo de como desmoralizar uma instituição militar, quando ela perde o rumo da história e se transforma em capacho dos donos do poder!
Não vou dizer como seria a minha vingança. Mas garanto que antes de sentar no banco dos réus levaria para o julgamento do juízo final toda a comitiva que estivesse lotada em um auditório festejando a mudança de rumo na Lei da Anistia. Não pouparia a Presidente da República, seu séquito de ministros, secretários especiais e diretores de comissões e organizações de direitos humanos, membros da Comissão Nacional da Verdade e de suas filiadas, diretores de movimentos de sem-terra e suas variantes, representantes de movimentos de vândalos dos diversos seguimentos, lideranças estudantis, e, para fechar o circulo com chave de ouro, não livraria do meu justiçamento os comandantes militares, e quantos tivessem se alinhado ao governo. O militar não serve a governos, mas à nação brasileira!
Aqui cabe um reconhecimento. O atual comandante militar do Exército, General Enzo Martins Peri, é, sem sobra de dúvida, o mais fraco, omisso e bajulador de todos os chefes militares desde a fundação da instituição. Tem a vocação para confundir covardia com disciplina militar. Por duas vezes permitiu que desmoralizassem a Academia Militar das Agulhas Negras, foi tratado como 'bando' pelo ex presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, conhecido pela alcunha de 'Barba', devido as suas relações de informante do antigo DOPS de São Paulo. Não reagiu à altura quando o ex ministro da Defesa, Nelson Jobim, ameaçou exonerar os oficiais do Alto Comando do Exército. Em função de sua letargia crônica e falta de visão, deixou prosperar a criação desse entulho de Comissão Nacional da Verdade. Na verdade facilitou a sua criação, convocando os presidentes dos Clubes Militares e solicitando que não interferissem no andamento do projeto lei no Congresso Nacional. Aprovada e posta em funcionamento a comissão, não achou estranho que fosse dado um novo rumo às investigações e alterado o período da abrangência dos trabalhos. Declarou, posteriormente, que não se incomodaria se a comissão convocasse para depor os 'militares do passado', entregando os colegas de farda ao inimigo. Por tudo isso, e muito mais, eu o considero incapaz para o exercício do cargo de comandante do Exército. Não tenho nenhum respeito por ele, daí porque o inclui na lista dos que só vêm traindo as Forças Armadas, e, por consequência, conspira contra a nação brasileira.
Nesse contexto de uma ação preventiva de combate aos que planejam punir os agentes do Estado, eu me regorjearia em ver uma plateia repleta de fanáticos adeptos do quanto pior melhor, anarquistas que fazem a claque do governo, desaparecer no caldeirão do inferno.
Seria uma faxina ampla, geral e irrestrita!
Como realizar este sonho? A imaginação é o infinito!
A tragédia deixa de ser patrocinada por mim, porque não me foi dado o motivo patriótico. Mas os injustiçados não marcharão como gados fardados para o abatedouro. Não se permitirá que a história seja reescrita pelos derrotados. Ela é imutável.
Que tentem; o castigo virá a cavalo!
 



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sábado, 1 de fevereiro de 2014

Lançamento do Livro de José Carlos Xavier

Boa noite amigos.
Sucesso no lançamento amigo José Carlos Xavier.
Tributo a um Herói

e dezembro de 2013 11:18
É o trabalho de formiguinha. Com meu voto a Dilma não se reelege. O dia que formos a maioria ela estará frita...


José Carlos Xavier
José Carlos Xavier1 de fevereiro de 2014 22:08



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O Papel do Clube Militar na Vida Política Nacional

O Papel do Clube Militar na Vida Política Nacional

Cel José Gobbo Ferreira
Janeiro de 2014
No período entre 24 e 26 de julho de 1995, o Secretário da Defesa dos EEUU , William
J. Perry recebeu em Williamsburg, os Ministros de Defesa dos países das Américas.
Essa reunião, chamada “Consenso de Williamsburg”, modificou dramaticamente a
distribuição de poder entre as FFAA brasileiras e o sistema político civil.
Entre os resultados da reunião, denominados “Os Princípios de Williamsburg” havia a
seguinte resolução:
 Affirm the commitments of our countries in Miami and Managua that our
Armed Forces should be subordinate to democratically controlled authority,
act within the bounds of national Constitutions, and respect human rights
through training and practice.1
Seu resultado imediato foi a criação das figuras do Ministro da Defesa (civil) e do Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA). Isso implicou em que dois escalões de comando foram interpostos entre os Comandantes das Forças Singulares e o Presidente da República, Comandante-em-Chefe das FFAA.
O esvaziamento do prestígio e da autoridade desses Chefes foi muito grande. Hoje, suas decisões passam antes por aqueles dois crivos. Sua postura ante qualquer decisão vinda dos escalões superiores enfrenta a ascendência hierárquica daquelas autoridades.
As aspirações da tropa devem ser submetidas ao julgamento daqueles dois comandantes antes de chegar ao Comandante-em-Chefe. Para se ter uma ideia, concreta e chocante, do que isso significa, se a Força fosse representada por um Batalhão, seu Comandante ocuparia o comando de uma Subunidade!
Acresça-se a isso que os militares não tem o direito de se sindicalizar, de fazer greves ou qualquer outro movimento reivindicatório. Somente o Clube Militar reúne as condições de representa-los em suas demandas
O Clube Militar, fundado no Rio de Janeiro em 26 de junho de 1887, representou um papel determinante nos movimentos da Abolição da Escravatura e da Proclamação da República. Com todos os méritos, constituiu-se na Casa da República e vem 1 Confirmar os compromissos de nossos países em Miami e Manágua de que nossas Forças Armadas devam estar subordinadas à autoridade democraticamente controlada, agir dentro dos limites das Constituições nacionais, e respeitar direitos humanos por meio de treinamento e prática. desempenhando esse papel e o de representante da Classe Militar desde aqueles tempos, com altos e baixos em sua atuação.
De 1907 a 1915 destacou-se, com Olavo Bilac, na luta pela instituição do Serviço Militar Obrigatório. Em 1935 esteve decididamente ao lado do Governo no combate aos covardes comunistas fratricidas.
Durante a década de 50 e até a contrarrevolução de 1964, transformou-se no palco das mais acirradas disputas e de decididas tomadas de posição com relação à situação política do país, sempre alerta na defesa de sua preciosa pupila, a República.
Naquele tempo seu Presidente era sempre um Oficial-General da Ativa, o que lhe conferia um enorme poder de fogo nas decisões políticas nacionais.
Passado o 31 de março de 1964, uma das providências do novo regime foi esvaziar o poder do Clube Militar, não somente para evitar possíveis dissensões internas quanto ao rumo político que deveria tomar o país, mas também porque, com uma visão extremamente otimista, acreditavam os Chefes de então que uma ação política por parte do Clube se tornara desnecessária, uma vez que a Nação havia sido posta nos eixos e deles não deveria mais se afastar. Ledo engano!
Em consequência, o Clube foi pouco a pouco se transformando em uma agremiação de lazer para militares e civis na sede da Lagoa e promotor de exposições recreativas e bailes de gala como aquele da Ilha Fiscal, na sede Central, manifestando-se apenas tímida e esporadicamente sobre a conjuntura política nacional.
Enquanto isso, o foro de São Paulo inoculava sua peçonha em todo o tecido político nacional, já apodrecido pelo PT.
É absolutamente indispensável que, no campo político, o Clube Militar reconsidere sua posição e se consagre decididamente à luta contra esse estado de coisas.
A Diretoria que deve ser eleita neste ano tem que estar completamente consciente dessa necessidade, inteiramente ciente das responsabilidades e dos esforços implicados nessa decisão e perfeitamente preparada e competente para assumi-los.
Os Comandantes das Forças Singulares estão exilados do poder. Cabe ao Clube Militar preencher esse vácuo e, no que estiver ao seu alcance, fazer aquilo que está fora do alcance deles. Deve submeter ao ridículo os esforços para desprestigiar as FFAA, como a comissão da calúnia, o acordo de solução amistosa, a revirada dos mortos em seus túmulos, a troca de nomes honrados e veneráveis por outros salpicados da lama da traição à Pátria, e esmagar essas manobras sempre que possível.
Fazer tudo isso e muito mais, tendo como princípio pétreo a certeza que a harmonia entre os companheiros militares, da Reserva e da Ativa, e o segmento civil da sociedade, é a fonte e o sustento de sua força.
É esse o ponto de vista da Chapa Monte Castelo e é essa a responsabilidade que chamaremos a nós se o Colégio Eleitoral do Clube nos escolher para fazê-lo.
Visite nosso site: www.monte-castelo.org