sábado, 1 de fevereiro de 2014

As 30 Imagens Aéreas Mais Surpreendentes

As 30 Imagens Aéreas Mais Surpreendentes

para quem tem tempo, vale a pena...
Com toda certeza do mundo afirmo que você já viu muitas das paisagens que serão mostradas aqui. Mas, com a mesma certeza, digo que você jamais viu esses locais da forma como verá agora! O Arco do Triunfo, as Pirâmides do Egito, entre outras paisagens de uma forma nunca vista antes.
Essas belíssimas imagens aéreas mostram como você veria o mundo se você fosse um pássaro!
Algumas fotos foram tiradas de uma altitude que parece inalcançável por pássaros, mas isso não tira o brilho entusiástico e a beleza épica dessas fotografias.

1- Central Park, Nova York

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2- Barcelona

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3- Cidade do México

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4- Labirinto Longleat, Inglaterra

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5- Veneza

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6- Amsterdã

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7- Cataratas do Niágara, EUA

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8- Chicago

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9- Berna, Suíça

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10- Manguezais em Nova Caledónia

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11- Campos de tulipas na Holanda

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12- Dubai e seus desenhos que só podem ser decifrados dessa forma

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13- Dubrovnik

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14- Deserto do Namibe, Namíbia

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15- Pirâmides do Egito

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16- Meskendir Valley, Turquia

Cappadocia Aerial                                                            Meskendir                                                            Valley

17- Xangai

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18- Arco do Triunfo, Paris

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19- Cidade do Cabo

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20- Moscou

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21- Atenas

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22- Vancouver

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23- Malé, Maldives

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24- Seattle

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25- Cidade do Vaticano

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26- Bac Son Valley, Vietnã

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27- Marina Bay, Dubai

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28- Campos de Arroz, China

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29- Lago em Pomerânia, Polônia

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30- Rio de Janeiro

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Bhavatu sabba mañgalam
(que todos os seres sejam felizes!)





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DE ONDE SÃO ESTAS FOTOS ? IMPORTANTE!!


DE ONDE SÃO ESTAS FOTOS ? IMPORTANTE!!=
E onde está está a nossa PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA que recebe estas informações privilegiadas e tem acesso aos Decretos Leis que são editados e não fazem nada.
Será que viraram capachos do sistema também? provem ao POVO BRASILEIRO que isso não ocorreu e adotem as medidas necessárias.
Façam com esse facínora e sua corja devolvam o nosso dinheiro que não lhes pertencem e emprestados a quem, efetivamente face as fotos apresentadas, se verdadeiras, NÃO PRECISAM.
AUGUSTO CUNHA




VOCÊ SABE DE ONDE SÃO ESTAS FOTOS ? 
Vá até o fim e tenha uma pequena surpresa! 
 
 
 
 
 
 
 
   
 


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
    
  
Conseguiu adivinhar?  Não?   
Pois fique sabendo que é da Faixa de Gaza!!!  

veja a lei que o Presidente Lula sancionou antes de deixar o governo.
Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
                                                                            Autoriza o Poder Executivo a realizar doação para a reconstrução de Gaza.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o  Fica o Poder Executivo autorizado a doar recursos à Autoridade Nacional Palestina, em apoio à economia palestina para a reconstrução de Gaza, no valor de até R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais).
Parágrafo único.  A doação será efetivada mediante termo firmado pelo Poder Executivo, por intermédio do Ministério das Relações Exteriores, e correrá à conta de dotações orçamentárias daquela Pasta.
Art. 2o  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília,  20  de  julho  de 2010; 189o da Independência e 122o da República.
                                                                                                LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
 
Celso Luiz Nunes Amorim
Paulo Bernardo Silva
Este texto não substitui o publicado no DOU de 21.7.2010

Agora pergunto: Você deu alguma autorização ao LULA  para tirar esse dinheiro do seu bolso e doar para aqueles "pobres" para “reconstrução” da Faixa de Gaza?






         
  










A três passos da guerra civil



A três passos da guerra civil-

 

Por Cel. Gelio Fregapani
 
Os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina.
Falta ainda homologar no Congresso e unir as várias reservas indígenas em uma gigantesca, e declarar sua independência. Isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.
Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola. Talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.
O MST se desloca como um exército de ocupação. As invasões do MST são toleradas, e a lei não aplicada. Os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja: a convulsão social. Este conflito parece inevitável.
O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.
Pela primeira vez em muito tempo, está havendo alguma discussão sobre a segurança nacional. Isto é bom, mas sem identificarmos corretamente as ameaças, não há como nos preparar para enfrentá-las.
A crise econômica e a escassez de recursos naturais poderão conduzir as grandes potências a tomá-los a manu militari, mas ainda mais provável e até mais perigosa pode ser a ameaça de convulsão interna provocada por três componentes básicos:
— a divisão do povo brasileiro em etnias hostis;
— os conflitos potenciais entre produtores agrícolas e os movimentos dito sociais;
— e as irreconciliáveis divergências entre ambientalistas e desenvolvimentistas.
Em certos momentos chega a ser evidente a demolição das estruturas políticas, sociais, psicológicas e religiosas, da nossa Pátria, construídas ao largo de cinco séculos de civilização cristã. Depois, sem tanto alvoroço, prossegue uma fase de consolidação antes de nova investida.
Isto ainda pode mudar, mas infelizmente os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina. Em havendo, nossa desunião nos prostrará inermes, sem forças para nos opormos eficazmente às pretensões estrangeiras.
A ameaça de conflitos étnicos, a mais perigosa pelo caráter separatista
A multiplicação das reservas indígenas, exatamente sobre as maiores jazidas minerais, usa o pretexto de conservar uma cultura neolítica (que nem existe mais), mas visa mesmo a criação de "uma grande nação" indígena. Agora mesmo assistimos, sobre as brasas ainda fumegantes da Raposa-serra do Sol, o anúncio da criação da reserva Anaro, que unirá a Raposa/São Marcos à Ianomâmi. Posteriormente a Marabitanas unirá a Ianomâmi à Balaio/Cabeça do Cachorro, englobando toda a fronteira Norte da Amazônia Ocidental e suas riquíssimas serras prenhes das mais preciosas jazidas.
O problema é mais profundo do que parece; não é apenas a ambição estrangeira. Está também em curso um projeto de porte continental sonhado pela utopia neomissionária tribalista. O trabalho de demolição dos atuais Estado-nações visa a construção, em seu lugar, da Nuestra América, ou Abya Yala, idealizado provavelmente pelos grandes grupos financistas com sede em Londres, que não se acanha de utilizar quer os sentimentos religiosos quer a sede de justiça social das massas para conservar e ampliar seus domínios. O CIMI, organismo subordinado à CNBB, não cuida da evangelização dos povos indígenas segundo o espírito de Nóbrega, Anchieta e outros construtores de nossa nação. Como adeptos da Teologia da Libertação, estão em consonância com seus colegas que atuam no continente, todos empenhados na fermentação revolucionária do projeto comuno-missionário Abya Yala.
O processo não se restringe ao nosso País, mas além das ações do CIMI, a atuação estrangeira está clara:
— Identificação das jazidas: já feito;
— atração dos silvícolas e criação das reservas sobre as jazidas: já feito;
— conseguir a demarcação e homologação: já feito na maior parte;
— colocar na nossa Constituição que tratados e convenções internacionais assinados e homologados pelo congresso teriam força constitucional, portanto acima das leis comuns: já feito;
— assinatura pelo Itamarati de convenção que virtualmente dá autonomia à comunidades indígenas: já feito.
Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas em uma gigantesca e declarar a independência, e isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.
O perigo não é o único, mas é bastante real. Pode, por si só, criar ocasião propícia ao desencadeamento de intervenções militares pelas potências carentes dos recursos naturais — petróleo e minérios, quando o Brasil reagir.
Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola
A UnB foi contratada pelo Governo para fazer o mapa dos quilombolas. Por milagre, em todos os lugares, apareceram "quilombolas". No Espírito Santo cidades inteiras, ameaçadas de despejo. Da mesma forma em Pernambuco. A fronteira no Pará virou um quilombo inteiro.
Qual o processo? Apareceram uns barbudos depiercings no nariz, perguntando aos afro-descendentes: "O senhor mora aqui?" "Moro." "Desde 1988?" (o quilombola que residisse no dia da promulgação da Constituição teria direito à escritura). "Sim". "Quem morava aqui?" "Meu avô." "Seu avô por acaso pescava e caçava por aqui?" "Sim" "Até onde?" "Ah, ele ia lá na cabeceira do rio, lá naquela montanha." "Tudo é seu." E escrituras centenárias perdem o valor baseado num direito que não existe. Não tenho certeza de que isto não seja proposital para criar conflitos.
Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Temos de abrir o olho também para esse processo, que conduz ao ódio racial. Normalmente esquerdistas, talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.
Certamente isto vai gerar conflitos, mas até agora o movimento quilombola não deu sinal de separatismo.
Os Conflitos Rurais — talvez os primeiros a eclodir
O MST se desloca como um exército de ocupação, mobilizando uma grande massa de miseráveis (com muitos oportunistas), dirigidos por uma liderança em parte clandestina. As invasões do MST são toleradas e a lei não aplicada. Mesmo ciente da pretensão do MST de criar uma "zona livre", uma "república do MST" na região do Pontal do Paranapanema, o Governo só contemporiza; finge não perceber que o MST não quer receber terras, quer invadi-las e tende a realizar ações cada vez mais audaciosas.
É claro que os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja; a convulsão social, contando, talvez, com o apoio de setores governamentais como o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Segundo Pedro Stédile: "O interior do Brasil pode transformar-se em uma Colômbia. A situação sairá de controle, haverá convulsões sociais e a sociedade se desintegrará."
Este conflito parece inevitável. Provavelmente ocorrerá num próximo governo, mas se ficar evidente a derrota do PT antes das eleições, é provável que o MST desencadeie suas operações antes mesmo da nova posse.
O ambientalismo distorcido, principal pretexto para uma futura intervenção estrangeira
Já é consenso que o ambientalismo está sendo usado para impedir o progresso, mesmo matando os empregos Caso se imponham os esquemas delirantes dos ambientalistas dentro do governo, com as restrições de uso da terra para produção de alimentos, um terço do território do País ficará interditado a atividades econômicas modernas.
Há reações, dos ruralistas no interior do País, nas elites produtivas e até mesmo em setores do governo, mas as pressões estrangeiras tendem a se intensificar. Se bem que raramente o meio ambiente serviu de motivo para guerra, hoje claramente está sendo pretexto para futuras intervenções, naturalmente encobrindo o verdadeiro motivo, a disputa pelos escassos recursos naturais.
No momento em que a fome ronda o mundo, o movimento ambientalista, a serviço do estrangeiro, mas com respaldo do governo e com apoio de uma massa urbana iludida, chama de "terra devastada" àqueles quadrados verdejantes de área cultivada, que apreciamos ver na Europa e nos Estados Unidos, e impede a construção de hidrelétricas para salvar os bagres. Com a entrada da Marina Silva na disputa eleitoral, nota-se, lamentavelmente, que todos os candidatos passarão a defender o ambientalismo, sem pensar se é útil para o País.
A três passos da guerra civil
O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.
Várias fontes de conflito estão para estourar, dependendo da radicalização das más medidas, particularmente do Ministério da Justiça:
— Roraima não está totalmente pacificada;
— o Mato Grosso do Sul anuncia revolta em função da decisão da Funai em criar lá novas reservas indígenas;
— no Rio Grande, os produtores rurais pretendem reagir às provocações do MST;
— Santa Catarina ameaça usar a PM para conter a fúria ambientalista do ministro Minc, que queria destruir toda a plantação de maçã.
Uma vez iniciado um conflito, tudo indica que se expandirá como um rastilho de pólvora. Este quadro, preocupante já por si, fica agravado pela quase certeza de que, na atual conjuntura da crise mundial o nosso País sofrerá pressões para ceder suas riquezas naturais — petróleo, minérios e até terras cultiváveis — e estando dividido sabemos o que acontecerá, mais ainda quando uma das facções se coloca ao lado dos adversários como já demonstrou o MST no caso de Itaipu.
Bem, ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas notícias, o Exército (que é o mais importante na defesa interna) terá seu efetivo reduzido. Será proposital?
Que Deus guarde a todos vocês.

O cel. Gelio Fregapani é escritor, atuou na área do serviço de inteligência na região Amazônica, elaborou relatórios como o do GTAM, Grupo de Trabalho da Amazônia.
 

VOTEM NO OLÍMPIO PARA GOVERNADOR

BOA NOITE IRMÃOS, TRABALHADORES DO MEIO DIA À MEIA NOITE...IRMÃOS DE ARMAS E DE ALMAS.
TEMOS QUE dar arranque total para decolar o OLÍMPIO. Se entramos derrotados, como vencer?( boa essa ).Como diziam naqueles tempos ESADOF se é pouco, muito, nada. Qui Zidane, vamos pra frente, com força total mesmo e vencer.
Cada um que cole mensagem no face book, tweeter etc, ou mande mails, aquela coisa de bigorna e martelo...
Banca de jornal colocamos os santinhos, em supermercado, todos os rincões. Será uma vitória para o final dos tempos, a PM paulista, a única a colocar DOIS governadores. FLEURY/OLIMPIO
E depois se preciso for colocamos o corredor das ajudas pra funcionar.
Temos o PINTO também na luta pela Federal, Aurich do ES candidato ao Senado. Ele é da minha turma foi SSP duas ou três vezes me corrijam, a memória tá fraca.
Se não partimos pra porrada das estratégias e táticas, ficaremos à mercê de estranhos.
Dizia um antiquissimo ditado, RUIM COM ELE? PIOR SEM ELE,
deixamos de eleger OLIMPIO  e colocamos, Skaf, Alckmin, Padilha, Zé do tico e tantos outros nomes... vai que um ai emplaca, lembrar TIRIRICA, WILLIS ETC
NÃO DESANIMAR, PARODIANDO DON JOSIAS  QUEM SABE FAZ A HORA NÃO ESPERA ACONTECER....
PREPARAR MATERIAL ANTES, COMO DISSE, slogans, textos, deu a largada inundamos o mercado. Quem está na ativa pode trabalhar muito mais que nós os eméritos...
abraços ao PAYÃO.
Cmt Horácio

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A PM/DF não está em greve

Srs...

Mensagem de um PM do DF no Facebook...
Salário de mais de R$ 4 mil...
E querem ganhar mais...
E tem gente que pede voto pro Alckmin...

Valer a pena ler...

REPASSANDO A PM/DF não está em greve, estamos trabalhando. O que mudou: 1. Deixamos de dirigir em alta velocidade, forçar passagem no trânsito, avançar sinal vermelho, correr risco de capotamento para atender ocorrências colocando nossa vida em perigo para salvar a sua. 2. Deixamos de usar celular pessoal e ligar para vítimas em busca de melhores informações, de chegar mais rápido aos criminosos. Agíamos assim porque o sistema de rádio funciona mal e a empresa no 190 é pior. Pagávamos do nosso bolso para que o que foi roubado do seu seja devolvido. 3. Paramos de correr até acidentes de trânsito. Os "auditores" do Detran ganham 3x mais que os PMs pra isso. 4. Paramos de ir para local de crimes já ocorridos coletar informações e descobrir os culpados. Investigar crimes é obrigação da polícia civil que ganha 2x mais que nós. 5. Quando o rádio avisa um gol prata roubado, por exemplo, paramos de abordar cada gol prata e passamos a abordar apenas aqueles de quem suspeitamos concretamente. É o que a lei determina. E paramos de abordar os gols pretos também, mesmo sabendo que os atendentes do 190 vivem trocando essas cores. Aliás, quando saímos abordando inúmeros carros os donos reclamam e nos tratam mal, dizem que não sabemos trabalhar. 6. Reclamam se ficamos olhando dentro dos carros, escaneando cada pessoa e então abordando se temos a mínima suspeita. Passamos a abordar apenas quando temos uma suspeita concreta, exatamente como manda a lei. Todos estão vendo os resultados. A imprensa nos chama de mercenários que abandonaram a população. Essa imprensa que joga pedra na PM dizendo que se deve ter mais medo da polícia que de bandido. Você também fala isso? A imprensa também diz que somos incompetentes, pedem o fim da PM, deputados defendem a idéia e até a ONU. Falam que temos a melhor escala do Brasil e nunca fala que trabalhamos virando noites, em feriados, no natal - que raramente passamos com a família. Não fala que, depois do serviço, ainda ficamos horas nas delegacias e, na nossa folga, horas e horas esperando audiências em que juízes e promotores nos tratam como se os criminosos fôssemos nós. A imprensa e o governador dizem que temos o maior salário do país. Na realidade, é o oitavo. E Brasília é a capital mais cara do país. Também não fala que criminosos e pessoas sem escrúpulos estão sempre fazendo denúncias falsas, nos obrigando a pagar advogado e perder mais da nossa folga pra nos defender de bobagens. Se somos incompetentes, por que fazemos tanta falta? Pense como seria se fizéssemos greve como faz a polícia civil, como fizeram os agentes penitenciários que há 3 anos ganhavam 1600 reais e agora ganham 8 mil, 2x nosso salário. Ganhamos metade do salário da segurança pública, fazendo o nosso serviço e o dos outros. Não temos plano de saúde, nem assistência jurídica, nem reconhecimento, nem plano de carreira (um soldado leva mais de dez anos para se tornar cabo e receber 150 reais de aumento). O risco que você corre com a operação tartaruga é muito menor do que o risco que nós corremos, mesmo na folga: os policiais militares morrem 800% mais que os demais brasilienses. Nós sempre lutamos por você, não lute contra nós. Lute contra o Gov. Agnelo do PT, o responsável pela situação caótica, lute por quem arrisca a vida pra salvar a sua e merece mais respeito e reconhecimento!

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Como andam seus telômeros?


Como andam seus telômeros?

Em sua coluna na CH de abril, o bioquímico Franklin Rumjanek fala sobre estudos que mostram impactos do estresse crônico em nível molecular.
Por: Franklin Rumjanek
Publicado em 26/04/2013 | Atualizado em 26/04/2013
Como andam seus telômeros?
Novos estudos associam o estresse ao encurtamento dos telômeros, reforçando o papel dos fatores externos no organismo. (foto: carl dwyer/ Sxc.hu)
Estudos recentes mostraram que, além das marcas mais visíveis no corpo, o estresse crônico nos afeta em nível molecular, encurtando o tamanho dos telômeros, o que parece valer também para outros animais. Os telômeros são as regiões que se encontram nas extremidades dos cromossomos.
Além das marcas mais visíveis no corpo, o estresse crônico nos afeta em nível molecular, encurtando o tamanho dos telômeros
Devido às peculiaridades da enzima DNA polimerase envolvida na duplicação do DNA, que ocorre antes da divisão celular, se não houver ajuda de outra enzima, a telomerase, haveria um encurtamento progressivo dos cromossomos à medida que as gerações de células se sucedessem. Se isso ocorresse, os cromossomos atingiriam prematuramente um limite crítico de tamanho que os tornaria instáveis, o que comprometeria o funcionamento das células e as levaria à morte.
Sem a telomerase, a DNA polimerase só é capaz de realizar a replicação até quase o final da cadeia, deixando um pequeno trecho sem cópia nova. A telomerase evita essa situação esticando um pouco mais as extremidades do DNA, o que permite então a duplicação integral das cadeias.
Entretanto, nem mesmo a telomerase evita que, ao longo da vida de um indivíduo, o DNA vá diminuindo gradualmente. Esse processo (a diminuição dos telômeros) é um entre tantos outros que refletem em nível molecular o desgaste ocorrido nas células e que leva à parada de suas funções.
A telomerase comporia assim um sistema de reparo do DNA, mas nem sempre atuante. Ou seja, as nossas células seguem ao longo de suas vidas um programa que compreende o equilíbrio entre reações de preservação e de desgaste do material genético. No final, prevalece o desgaste e a senescência daí decorrente.
Telômeros
Os telômeros são sequências repetitivas de DNA que protegem as extremidades dos cromossomos da mesma forma que ponteiras plásticas protegem as pontas de cadarços. Seu encurtamento e desgaste sinalizam a senescência. (imagem: Wikimedia Commons)


Vulnerabilidade ao ambiente

Alguns dados da literatura científica destacam o fato de que esse programa de vida das células pode ser alterado diretamente por fatores externos, como o estresse gerado pela simples interface formada entre o indivíduo e o seu ambiente mais imediato. Estamos assim diante de uma situação nova, na qual se percebe que os cromossomos, que acreditávamos estar alojados e protegidos nos núcleos das células, se revelam na verdade como entidades bem vulneráveis e sensíveis às intempéries ligadas a diferentes estilos de vida.
Os cromossomos, que acreditávamos estar protegidos nos núcleos das células, se revelam como entidades bem vulneráveis e sensíveis às intempéries ligadas a diferentes estilos de vida
Essa associação foi mostrada por Elizabeth Blackburn e Elissa S. Epel num artigo recente da revista Nature que revela dados impressionantes. Por exemplo, mães que tiveram que cuidar de filhos doentes sem ajuda dos parceiros tinham telômeros mais curtos do que aqueles de mulheres de grupos-controle. Isso vale também para indivíduos expostos a ameaças constantes, como guerras e outros conflitos, problemas financeiros crônicos, maus-tratos e abandono, sobretudo em crianças.
Incidentalmente, o encurtamento precoce dos telômeros já foi demonstrado em crianças que frequentavam cursos de alfabetização, o que enfatiza a enorme importância de garantir que esse primeiro contato com a escola seja cuidadosamente planejado. Já se conhece o profundo efeito que o bullying tem na vida dos estudantes e não surpreenderia se suas vítimas apresentassem telômeros significativamente menores que seus colegas.
No artigo de Blackburn e Epel, há um diagrama que mostra também que o efeito do estresse é duradouro. Ao comparar os comprimentos dos telômeros de adultos que sofreram episódios traumáticos durante a infância, é possível notar que o encurtamento dos telômeros é diretamente proporcional à frequência destes ao longo da vida.
Mas nem tudo está perdido. Experimentos com camundongos mostram que o comprimento dos telômeros pode ser revertido, o que não só traz esperança para as vítimas do estresse como também revela uma ferramenta para avaliar o sucesso das terapias adotadas.
Fica evidente que, longe de ser o grande ditador, o genoma de um indivíduo é um parceiro bastante plástico, o que reforça a ideia de que a discussão nature x nurture (natureza x ambiente) está longe de ser resolvida.

Franklin Rumjanek
Instituto de Bioquímica Médica
Universidade Federal do Rio de Janeiro

Texto originalmente publicado na CH 302 (abril de 2013).

Carro Elétrico - Veículos do Futuro

Veículos "do futuro"

Provocações e Desafios
...e considerações sobre as Teorias da Conspiração


Recebo, com frequência, mensagens - e agradeço por isto a quem me envia -, sobre maravilhas da ciência e da tecnologia, de conquistas do passado, que foram esmagadas e abandonadas sob o peso de conveniências de governos ou ações criminosas de empresas ou organizações multinacionais. É sempre bom conhecer todas as teorias e poder fazer minhas próprias investigaç​ões​, com o que tenho aprendido muito.
Segundo o que consegui como explicações, todos tendemos a acreditar em teorias da conspiração quando não temos conhecimento ou respostas suficientes sobre o assunto, mas temos desejo de que a teoria seja verdadeira. Há muitas experiências e estatísticas a respeito, das quais  colo algumas ao final para quem possa se interessar.
Talvez a mais difundida "verdade" seja sobre os "Veículos do Futuro" e, destes, o primeiro em quantidade é o do Carro Elétrico.
É, seria ótimo que isto funcionasse, daí a facilidade em acreditar.
"Não poluem, são carregados facilmente, o custo da carga é extremamente baixo...".
Sim, não poluem onde trafegam, mas de onde vem a energia elétrica que consumiriam?

Vejamos:

Em 2011:
Consumo de energia por fonte: http://www.indexmundi.com/energy.aspx
· Consumo mundial diário de petróleo – 88.000.000 barris por dia.
· Consumo anual de carvão – 8.000.000.000 t
· Consumo total anual de energia: 510.000.000.000.000 (Quatrilhões) de BTU.
Produção de energia elétrica por fonte: http://www.dynamic-ews.com/Tariffs/World%20Electricity%20Production/Elect.%20Production%20-%20Charts.pdf

· Hidráulica (15%) + outras fontes renováveis (3%)= 18%
· Portanto 82% de fontes poluentes... 
Em 2008: http://www.eia.gov/tools/faqs/faq.cfm?id=447&t=1
Consumo por setor:
·  Comercial -                       12%
·  Industrial -                         51%
·  Residencial -                     ​18%
·  Transportes -                    20%
·  Em geração elétrica -       ​ 39%
20 % do total de petróleo consumido por dia (só o consumo devido a transportes) são 17, 6 MM bpd. 1t = 7,33 barris; são portanto 240.109t  de petróleo por dia, que correspondem a 16,63x10³ Kwh por dia.
Assim, os veículos consomem, em petróleo e equivalentes, 1.457.449.700 Kwh/ano. 
A melhor informação que encontrei sobre consumo anual de energia elétrica foi a da CIA que indica um consumo total anual de 19.320.360.620 Kwh. 
Assim, além dos investimentos necessários em produção e distribuição de energia elétrica para os setores atuais precisaríamos de mais quase 8 % para atender à demanda dos veículos movidos exclusivamente a eletricidade. De memória, não me lembro de que fonte, os investimentos anuais necessários em geração e distribuição de energia, exceto este putativo aumento, são de cerca de 2 trilhões de USD por ano.
A energia é baratinha hoje para atender a esta ínfima quantidade de veículos? Mas e se houvesse uma demanda, digamos de 10 % do total hoje abastecido por combustíveis fósseis?
Certamente seria mais de dez vezes as apontadas pelos sites e apresentações que rolam por aí.
E quanto teria de ser o investimento em redes de estações de recarga?  Não sei, mas diante dos números acima, se não forem de trilhões certamente serão de bilhões de Dólares.
No entanto, os carros híbridos combustível-elétricos estão em alta e são muito mais viáveis e passíveis de abocanhar uma pequena parcela de compradores quando seu custo chegar a valores mais palatáveis com a possível produção em massa. 
Os mesmos comentários se aplicam – a fortiori – aos motores movidos a hidrogênio: a energia necessária para produzir hidrogênio é ainda muito maior que a necessária para atender ao possível consumo dos veículos a energia elétrica simples. Vejam http://www.popularmechanics.com/science/energy/next-generation/4199381, de que copio:

“The Big Three U.S. automakers, as well as Toyota, Honda, BMW and Nissan, have all been preparing for that day. Fuel cell vehicles can now travel 300 miles on 17.6 pounds of hydrogen and achieve speeds of up to 132 mph. But without critical infrastructure, there will be no hydrogen economy. And the practical employment of hydrogen power involves major hurdles at every step — production, storage, distribution and use. Here's how those challenges stack up.
HURDLE 1: Production
The United States already uses some 10 million tons of hydrogen each year for industrial purposes, such as making fertilizer and refining petroleum. If hydrogen-powered vehicles are to become the norm, we'll need at least 10 times more. The challenge will be to produce it in an efficient and environmentally friendly way. 
FOSSIL FUELS: At present, 95 percent of America's hydrogen is produced from natural gas. Through a process called steam methane reformation, high temperature and pressure break the hydrocarbon into hydrogen and carbon oxides — including carbon dioxide, which is released into the atmosphere as a greenhouse gas. Over the next 10 or 20 years, fossil fuels most likely will continue to be the main feedstock for the hydrogen economy. And there's the rub: Using dirty energy to make clean energy doesn't solve the pollution problem-it just moves it around. "As a CO2 reducer, hydrogen stinks," 
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Entretanto as grandes fábricas de veículos continuam a desenvolver novos protótipos (http://www.forbes.com/sites/michaelkanellos/2013/01/30/why-hydrogen-cars-could-still-be-the-future/).

Mas… a verdade é que para ter veículos movidos a hidrogênio teríamos de criar enorme poluição para produzir este “combustível fantastico”, sem falar na incrível rede de distribuição deste elemento que vaza até por pequenos poros mesmo na forma líquida (que exige mais energia…), ou em estações de produção em cada posto de abastecimento.

Invenções que pretendem ter criado o Moto Perpétuo:

1 - O fantástico motor movido a água: http://www.popularmechanics.com/cars/alternative-fuel/gas-mileage/4271579
Problem: It takes exactly the same amount of energy to pry those hydrogen and oxygen atoms apart inside the electrolysis cell as you get back when they recombine inside the fuel cell[1]. The laws of thermodynamics haven't changed, in spite of any hype you read on some blog or news aggregator. Subtract the losses to heat in the engine and alternator and electrolysis cell, and you're losing energy, not gaining it--period.  A water-fuelled car is a hypothetical automobile that derives its energy directly from water. Water-fuelled cars have been the subject of numerous international patents, newspaper and popular science magazine articles, local television news coverage, and the Internet. The claims for these devices have been found to be incorrect and some were found to be tied to investment frauds.[1][2][3][4] These vehicles may be claimed to produce fuel from water on board with no other energy input, or may be a hybrid of sorts claiming to get energy from both water and a conventional source (such as gasoline).
Read more: The Truth About Water-Powered Cars: Mechanic's Diary - Popular Mechanics: http://www.popularmechanics.com/cars/alternative-fuel/gas-mileage/4271579
2.   O motor movido a nada, digo, a eletromagnetismo.

É claro que o motor funciona; o pobrema é dois:

Onde conseguir os ímãs – Magnetita pura é extremamente rara e cara; produzir magnetos artificiais é relativamente fácil, mas... Quanta energia é necessária para produzi-los?
Para produzir ímãs de curta vida útil basta (!) sujeitar a peça magnetizável a um potente campo magnético por quanto tempo necessário para sua saturação. Monte de gasto de energia elétrica com baixo rendimento energético final.
Para produzir ferritas – ímãs de longa vida útil – então há necessidade de processos complexos e caros. Não entendo de magnetismo para avaliar a energia utilizada nos diversos processos, mas colo aí o que encontrei, para que meus amigos cientistas eventualmente decifrem para nós:
http://www.dextermag.com/resource-center/magnetization-demagnetization-faq#1
1. What amount of energy is required to magnetize each of the magnet materials?
To fully saturate a magnet, it must be exposed to a magnetizing field of sufficient amplitude for a time long enough to orient all of the mass of magnet.
Alnico requires 3000+ Oersteds - longer pulse times may be needed to overcome eddy currents in large sections. Ceramic requires 10,000+ Oersteds. Sm-Co typically requires 20,000+ Oersteds but may require over 40,000+ Oersteds on some grades. Nd-Fe-B typically requires 30,000+ Oersteds but may require over 40,000+ Oersteds on some grades. Bonded Nd-Fe-B or NeoForm requires 35,000+ Oersteds.
Todos estes “wishful thinking projects” são atrapalhados pelas Leis da Termodinâmica – ainda não revogadas nem neste país onde dantes – que os norte-americanos traduziram praticamente como “There’s no free lunch”.

Good apetite!
Ilustração: Claudia Ricci

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Sobre teorias da conspiração:

Origem da Vida

Escravos do DNA e consequências da escravatura


Provocações e Desafios
A necessidade de escrever este texto nasceu de eu ter assistido ao filme “A Verdadeira História Soviética”, que na verdade é a história da utopia do comunismo e da social-democracia, que pode ser visto AQUI.
É imperativo que todos assistam em particular os que têm menos de 60 anos; e que todos passem e mostrem para seus filhos e netos em idade de compreensão dos fatos. E repitam a dose de tempos em tempos.
Mesmo que todos os habitantes da terra assistissem com atenção a isto nada iria mudar no comportamento humano mais profundo ou na história daqui por diante.
Ainda assim é importante, necessário mesmo, lembrar as barbaridades que Hitler e Stalin (aliás na Rússia desde Lenin também) cometeram em nome de um ser humano perfeito ou de uma sociedade perfeita, e de suas íntimas ligações, parcerias, e acordos abomináveis, muitos dos quais esquecidos e muito pouco conhecidos.
Sim, não creio em mudanças em curto prazo, que talvez afortunadamente possam ocorrer em muitos séculos, pois tudo isto dependerá de uma lenta evolução em nosso DNA em direção a uma possível “mutação sociológica” ou acidente de percurso que pode até vir a ser a extinção do Homo sapiens sapiens.
A origem da vida, do RNA ao DNA e até aos humanos de hoje, se baseou sempre na luta pela sobrevivência e por sua reprodução (o tal de “Crescei e multiplicai-vos”), pela disputa a qualquer preço dos recursos, alimento, energia, restritos e finitos. A menos de uma possível (e desejável) mutação genética a barbárie continuará, impassível e insensível a sentimentos e desejos pessoais.
Algumas informações sobre a origem da vida e do DNA:
É crença corrente que a vida tenha se originado nos oceanos (na “sopa primeva”) há 4 bilhões de anos. E que há cerca de 3,5 bilhões de anos, a altamente elaborada molécula DNA surgiu. Mas isto é hoje apenas uma lenda.
Os mais atuais estudos, que podem ser consultados nos links abaixo e em outros trabalhos similares, sugerem que o DNA surgiu bem depois do RNA, de que destaco:
1 - “A mais antiga evidência de vida na Terra vem de tecidos fossilizados de calledstromatolites, cianobactérias encontradas na Austrália que têm cerca de 3,4 bilhões de anos. Tão antigas como suas origens o são, essas bactérias (que ainda estão por aí hoje em dia) já são biologicamente complexas; elas têm paredes celulares que protegem seu DNA (produtor de proteínas) e levam a que os cientistas pensem que a vida deve ter começado muito mais cedo, talvez já há 3,8 bilhões de anos”, e
2 – Veja nota de rodapé[1].

[1] 2 – “O ovo e a galinha”
O DNA pode revelar a história evolutiva, ou seja, a história da vida.
Nos organismos modernos, a informação genética está armazenada em ADN (Ácido
DdesoxirriboNucleico, ou RNA) em unidades chamadas genes.
Os genes codificam proteínas, que são responsáveis por diversas atividades que ditam a função das células.
Algumas proteínas, chamadas enzimas, executam as reações químicas que ocorrem no nivel celular. Um grupo de enzimas, as polimerases de ADN, produzem o DNA.
A informação para produzir essas enzimas é armazenada no ADN de um gene.
Portanto, encontrar a origem evolutiva de proteínas e DNA é complicado: se cada um exige o outro para sua própria síntese, que veio primeiro? É aí que Cech e Altman vêm a nosso socorro. Eles estudaram o RNA (Ribose Nucleic Acid), um parente químico próximo do DNA:
Alguns cientistas acreditam que o RNA, e não proteínas ou DNA,  é que atuou como matéria-prima para a vida.
Quando as proteínas são elaboradas a partir da informação de DNA, um trabalho de cópia de RNA do gene é feito para ser usado por ribossomas, as fábricas de proteínas da célula. Portanto o RNA, como o DNA, armazena como proteínas a informação genética, também executa as reações químicas necessárias.
Trazer o RNA para o centro da investigação resolve o problema do ovo e a galinha: o RNA pode ser tanto ovo como galinha.
O que isto significa para os biólogos evolucionários é que a vida poderia ter começado com organismos feitos basicamente de RNA.
Essa idéia de um "mundo de RNA" tem sido debatida desde a década de 1960, mas a descoberta Cech e Altman convenceu a maioria dos cientistas de que é, mais que plausível, pelo menos possível.
Sabe-se agora que o RNA está no centro de muitas das funções básicas da célula, e provavelmente dele evoluiu o mundo.
 
do Blog de Flavio Musa